Hora do rush, ônibus lotado, aquele aperto e uma das passageiras sente algo estranho (pero no mucho...) encostar insistentemente no seu bumbum (no bumbum dela...). Ela olha pra trás e vê um mendigo.
- Tarado! - ela vocifera.
E a confusão se forma. Ela chama o cobrador, avisa o motorista, é aquela situação constrangedora, um grande alvoroço, tumulto e o ônibus vai parar na delegacia.
Descem o mendigo, a mulher e alguns passageiros.
O delegado convoca as testemunhas e a mulher presta queixa: atentado ao pudor.
O delegado ouve a queixa, manda registrar e interroga o mendigo.
O mendigo explica que não é nada disso: é que o bolso está cheio de moedas, resultado do 'trabalho' do dia. Ele mostra o que tem no bolso: muitas moedas.
- É isso que faz o volume no bolso - explica ele. - Parece outra coisa, mas não é.
- E você ganha tudo isso num dia? - pergunta o delegado curioso.
- Tem dia que pego um ponto melhor e ganho mais. Tem dia que pego um ponto mais fraco e não ganho quase nada.
As coisas vão se esclarecendo, mas tem um porém: o mendigo, conhecedor de seus direitos de cidadão, diz que vai processar a mulher. Danos morais, difamação, injúria e calúnia.
A mulher não quer saber de processo nenhum. A discussão continua. O delegado intervém e finalmente chegam a um acordo: ela tem de pedir desculpas para o caso ser encerrado.
- Peço não! - diz ela cheia de orgulho.
- Tem de pedir - diz o mendigo.
O delegado insiste em resolver logo a querela e, com muita conversa, termina convencendo a mulher. Muito a contragosto, ela pede desculpas. O assunto é encerrado e todos são liberados.
Dias depois, a mesma mulher, no mesmo ônibus superlotado percebe algo estranho (pero no mucho...) encostar insistentemente no seu bumbum (no dela...). Ela olha pra trás e vê o mesmo mendigo.
Aí ela fala pro mendigo:
- Hoje, o senhor pegou um ponto bem melhor, não foi?
- Tarado! - ela vocifera.
E a confusão se forma. Ela chama o cobrador, avisa o motorista, é aquela situação constrangedora, um grande alvoroço, tumulto e o ônibus vai parar na delegacia.
Descem o mendigo, a mulher e alguns passageiros.
O delegado convoca as testemunhas e a mulher presta queixa: atentado ao pudor.
O delegado ouve a queixa, manda registrar e interroga o mendigo.
O mendigo explica que não é nada disso: é que o bolso está cheio de moedas, resultado do 'trabalho' do dia. Ele mostra o que tem no bolso: muitas moedas.
- É isso que faz o volume no bolso - explica ele. - Parece outra coisa, mas não é.
- E você ganha tudo isso num dia? - pergunta o delegado curioso.
- Tem dia que pego um ponto melhor e ganho mais. Tem dia que pego um ponto mais fraco e não ganho quase nada.
As coisas vão se esclarecendo, mas tem um porém: o mendigo, conhecedor de seus direitos de cidadão, diz que vai processar a mulher. Danos morais, difamação, injúria e calúnia.
A mulher não quer saber de processo nenhum. A discussão continua. O delegado intervém e finalmente chegam a um acordo: ela tem de pedir desculpas para o caso ser encerrado.
- Peço não! - diz ela cheia de orgulho.
- Tem de pedir - diz o mendigo.
O delegado insiste em resolver logo a querela e, com muita conversa, termina convencendo a mulher. Muito a contragosto, ela pede desculpas. O assunto é encerrado e todos são liberados.
Dias depois, a mesma mulher, no mesmo ônibus superlotado percebe algo estranho (pero no mucho...) encostar insistentemente no seu bumbum (no dela...). Ela olha pra trás e vê o mesmo mendigo.
Aí ela fala pro mendigo:
- Hoje, o senhor pegou um ponto bem melhor, não foi?
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