A professora entra na sala e se depara, horrorizada, com a seguinte inscrição na lousa: "Joãozinho tem o pau grande!".
Imediatamente ela apaga a inscrição e, sem fazer nenhum comentário, começa a aula.
No dia seguinte, ao entrar na sala novamente, a mesma inscrição em letras garrafais: "Joãozinho tem o pau grande!".
Pela segunda vez, ela apaga os dizeres, sem fazer nenhum comentário. No outro dia, a história se repete, e no outro, e no outro, e no outro...
Até que um dia ela resolve colocar à prova a veracidade daquela mensagem. Quando toca a campainha avisando que a aula terminou, ela pede para todos saírem, menos o Joãozinho. Tranca a porta, tira a roupa e ataca o garoto.
Dia seguinte, ao entrar na sala, ela lê no quadro: "A Propaganda é a alma do negócio!".
Imediatamente ela apaga a inscrição e, sem fazer nenhum comentário, começa a aula.
No dia seguinte, ao entrar na sala novamente, a mesma inscrição em letras garrafais: "Joãozinho tem o pau grande!".
Pela segunda vez, ela apaga os dizeres, sem fazer nenhum comentário. No outro dia, a história se repete, e no outro, e no outro, e no outro...
Até que um dia ela resolve colocar à prova a veracidade daquela mensagem. Quando toca a campainha avisando que a aula terminou, ela pede para todos saírem, menos o Joãozinho. Tranca a porta, tira a roupa e ataca o garoto.
Dia seguinte, ao entrar na sala, ela lê no quadro: "A Propaganda é a alma do negócio!".
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