segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Uma Novidade e Tanto

Dois caipiras se encontram:
— Ô, Bastião! Quanto tempo, hômi! Quais as novidade?
— Novidade só que morreu meu vô, meu pai, minha mãe, minha tia e meu primo.
— Todos eles morreru? - pergunta o amigo, assustado.
— Todinhos!
— Eita, mas morreru di quê, Bastião?
— De derrame.
— Todos de derrame?
— Pois é. Eles tavam na caçamba num caminhão, indo pra Sum Paulo aí a danada virô e derramô eles tudo lá pra baixo!

Pelicano - Bom Dia – São Paulo – SP

Pater - A Tribuna – Vitória – ES

Transando com Anões

Duas loiras conversando:

— Sabia que agora eu só estou transando com anões? — disse a primeira.

— Anões? — perguntou a segunda, assustada — Por quê? Alguma fantasia sexual?

— Que nada... É que meu médico disse que pra eu não pegar doenças sexualmente transmissíveis eu tinha que reduzir os parceiros!

Nani – A Charge Online

M. Aurélio - Zero Hora – Porto Alegre – RS

Putas na Escola

Joãozinho era aquele menino temido pelas professoras. Era muito mal criado, respondia professores e falava palavrões na sala. Um dia a professora disse:
- Crianças amanhã quero que me informem o que esta sendo construído na sua comunidade que vai ser muito útil para todos ok?
As crianças concordaram, então quando ia bater o sinal para irem embora, a professora disse:
- Quando bater o sinal quero que só os meninos saiam, as meninas fiquem por favor.
Então bateu o sinal os meninos saíram e a professora disse para as meninas:
- Meninas, amanhã quando o Joãozinho começar a falar besteiras, quero que todas se levantem sem dizer nada e saiam da sala, pois acho um absurdo umas meninas como vocês terem que ouvir aquilo!!!
No outro dia, a professora disse:
- E aí crianças, fizeram a lição?
- Siiiimmmm
- Então me fale Pedrinho sobre o que você escreveu?
- Ah professora, na minha comunidade estão construindo um supermercado, assim não precisaremos pegar ônibus para ir a um!
- E você Joãozinho sobre o que escreveu?
- Ah professora na minha comunidade está construindo um puteiro.
Imediatamente as meninas se levantaram se suas carteiras e foram saindo da sala. Joãozinho vendo aquilo começou gritar:
- Calma meninas!!! Calma!!! As inscrições ainda não estão abertas!!!

Lute – Hoje em Dia – Belo Horizonte – MG

Junião - Diário do Povo – São Paulo – SP

O Homem-Dinamite

O sujeito conhece uma gata na noitada e logo leva ela pro motel. Lá dentro ele tira a camisa, deixa o seu bíceps à mostra e diz:

— Isso são 80kg de dinamite!

Mostra o abdômen e diz:

— 100kg de dinamite!

Depois tira a bermuda, mostra as coxas e diz:

— 120kg de dinamite!

Enfim ele tira a cueca samba-canção e a mulher sai correndo pelos corredores do motel, gritando:

— Evacuem o motel! O meu quarto está lotado de dinamite e o pavio é curtinho!

Frank - A Notícia – Florianópolis – SC

Duke - O Tempo – Belo Horizonte – MG

Dálcio - Correio Popular – São Paulo – SP

Memória Fraca

O cara está na fila do caixa no supermercado quando uma loira escultural lhe faz sinais com a mão e lhe lança um sorriso daqueles. Ele deixa o carrinho das compras na fila, dirige-se a ela e diz:
— Desculpe, será que não nos conhecemos?
Ela responde, sempre com aquele sorriso:
— Pode ser que eu esteja enganada, mas acho que o senhor é o pai de uma das minhas crianças...
Ele puxa pela memória e pergunta a queima-roupa:
— Não me diga que você é aquela stripper que eu comi sobre uma mesa de bilhar, naquela suruba com os meus amigos, completamente bêbado, enquanto uma das suas amigas me flagelava com uns nabos molhados e me enfiou um pepino no traseiro?
— Bem, não... — responde ela, sem graça — Eu sou a nova professora do seu filho!

Clériston – Folha de Pernambuco - PE

Clayton - O Povo – Fortaleza – CE

Bessinha – A Charge Online

Confissões Macabras

No confessionário, chega um sujeito cabisbaixo e diz:
— Padre, o senhor soube que o Mário morreu?
— Que tristeza, filho... Mas o que aconteceu com ele?
— Ele estava dirigindo o seu carro esportivo em direção à minha casa a toda velocidade e, quando ia chegando e tentou parar, os freios falharam e o carro se chocou no poste.
— Mário foi lançado pelo teto solar, voou uns 10 metros e acabou se arrebentando contra a janela do meu quarto, no segundo andar!
— Ave Santíssima, que modo horrível de morrer!
Não padre, ele sobreviveu. E então, no chão do meu quarto, todo arrebentado, sangrando e coberto de vidro, ele tentou se levantar segurando na maçaneta do meu guarda-roupa, que é muito pesado e acabou desabando em cima dele, quebrando vários ossos do seu corpo.
— Pobre Mário! Que morte terrível!
Não padre, isso machucou muito, mas não o matou! Com muito esforço, ele conseguiu sair debaixo do guarda-roupa, engatinhou até a escada, tentou se levantar apoiando-se no corrimão, mas o peso dele quebrou o corrimão e ele desabou por toda a escada, ficando estatelado no chão com um ferro do corrimão fincado em sua barriga...
— Meu Deus... Mas que horror morrer assim!
Não, padre! Ele não morreu! Ele conseguiu arrancar o pedaço de ferro de sua barriga, engatinhou até a cozinha e tentou se levantar apoiado no fogão, que também não agüentou o seu peso e caiu sobre o pobre coitado... E o pior de tudo é que eu tinha deixado um bolo assando no forno! Ele não agüentou o calor, juntou todas as forças e jogou o forno contra os armários.
— Depois disso ele abriu a geladeira para aliviar as queimaduras com gelo, mas tropeçou e acabou caindo dentro dela, em cima dos comes e bebes, se machucando ainda mais com as prateleiras, e lá ficou, todo ensangüentado...
— Que morte sofrida! Nossa Senhora!
— Não, não! Ele conseguiu sobreviver a isso, padre! Alguns minutos depois ele acordou com muito frio, queimado e com inúmeros ferimentos, viu o telefone na parede e reuniu suas últimas forças para tentar pedir ajuda.
— Apoiou-se na parede tentou alcançá-lo, mas, ao invés do telefone ele pôs a mão na caixa de fusíveis e zap! Dez mil volts passaram por ele, fazendo-o cair duro...
— Ave Maria! Que fim terrível!
Não, padre! Isso não o matou. Ele se levantou e...
— Espere aí, meu filho! Afinal, como foi que ele morreu?
— Padre... Eu dei um tiro nele... Por isso estou aqui...
— Mas meu filho, você ficou maluco? Por que você atirou no pobre coitado do Mário?
— Ah padre, o cara estava destruindo a minha casa!

Amorim - Correio do Povo – RS

Amarildo - A Gazeta – Vitória - ES

Amâncio - Tribuna do Norte – Natal - RN

Grande observadora

Mendigo com óculos escuros e bengala:

- Madame! Poderia ajudar este pobre cego, que nem sempre foi assim?

Madame:

- Eu sei! No mês passado você tinha uma placa no pescoço com os dizeres SURDO E MUDO!

domingo, 25 de outubro de 2009

Waldez - Amazônia Jornal – Belém – PA

Sponholz - Jornal da Manhã – Curitiba – PR

Samuca - Diário de Pernambuco – Recife – PE

Velhinho Recém-nascido

Dois amigos velhinhos estão sentados no banco de uma praça e começam a conversar:

— Macedo, eu tenho 83 anos e estou cheio de dores e problemas. Você deve ter mais ou menos a minha idade. Como é que você se sente?

— Como um recém-nascido.

— Como um recém-nascido?

— É isso mesmo. Sem cabelo, sem dentes e acho que acabei de mijar nas calças...


Ronaldo - Jornal do Commercio – Recife – PE

Rico - Valeperaibano – SP

Ricardo – O Popular - GO

Robalos ou Dourados

O pescador entra na peixaria e pede:

— Por favor. Me dá dois robalos.

O funcionário lhe entrega dois peixes e ele diz:

— Peraí! Esses aqui são dourados. Eu pedi dois robalos!

— Eu sei, seu Antônio... É que sua mulher veio aqui de manhã e falou que o senhor tinha ido pescar. Depois pediu, por favor, pra gente só vender dourado pro senhor. Ela disse que é porque já tá enjoada de robalo!


Pelicano - Bom Dia – São Paulo – SP

Paixão - Gazeta do Povo – Curitiba – PR

M. Jacobsen - Charge Online

O Segredo do Empreiteiro

Uma mulher contratou um empreiteiro para pintar a sua casa.
Ela leva o homem para o segundo andar da casa para explicar qual cor vai querer em cada aposento. Quando entram no primeiro quarto ela diz:
— Acho que vou querer este quarto pintado de bege.
O empreiteiro anota num bloquinho, vai até a janela, e grita:
— O lado verde para cima!
Então, ele fecha a janela e segue a mulher até ao outro quarto. A mulher fica um pouco confusa, mas continua:
— Para este quarto pensei num azul claro.
Mais uma vez o empreiteiro anota no bloquinho, vai até à janela, e grita:
— O lado verde para cima!
A mulher fica desconcertada, mas não comenta nada. O quarto seguinte, ela diz que quer pintado de rosa. E uma vez mais o empreiteiro anota, abre a janela e grita:
— O lado verde para cima!
Curiosa, a mulher não agüenta e pergunta:
— Por que você fica gritando "o lado verde para cima" a cada vez que eu digo a cor de um quarto?
O empreiteiro sorri e explica:
— Ah, não é nada com a senhora, não. É que estou com uma equipe de loiras plantando o gramado do outro lado da rua.


Jorge Braga - O Popular – Goiânia – GO

J. Bosco - O Liberal – Belém – PA

Ique - Jornal do Brasil – RJ

Nado Peito

Uma loira entrou na competição de natação, modalidade peito.

As outras competidoras eram uma morena e uma ruiva. A morena chegou em primeiro, a ruiva em segundo. Bem atrasada, chega a loira, complemente exausta. Depois de ser reanimada com café e cobertores, ela fala:

— Não quero reclamar, mas acho que aquelas outras duas usaram os braços...

Iotti - Zero Hora – Porto Alegre – RS

Gilmar – A Charge Online

Fani – A Tribuna - ES

Jantar fora

O marido chega em casa e dá a maior dura, berrando com a mulher:
— É o fim da picada! Não tem jantar outra vez!
— Mas, querido!
— Não tem mas, nem meio mas. Quer saber? Eu vou jantar num restaurante e é pra já!
— Espera só uns cinco minutos, meu bem!
— Você está querendo me dizer que o jantar vai estar pronto daqui a cinco minutos?
— Não é isso, é que eu vou me trocar, pra ir com você no restaurante...


Duke - Super Notícia – MG

Duke - O Tempo – Belo Horizonte – MG

Clayton - O Povo – Fortaleza – CE

Esclarecendo

Madame para o mendigo que batia na sua porta:

- Você já bebeu hoje?

Mendigo:

- Isto é uma pergunta, ou um convite?



Bessinha – A Charge Online

Bello - Tribuna de Minas – Juiz de Fora – MG

Amarildo - A Gazeta – Vitória - ES

Carona de Índio

Uma loira daquelas extremamente gostosas e burras também estava dirigindo no interior do Texas, quando seu carro quebrou. Enquanto a loira chuta a lata velha, um índio oferece uma carona até a cidade mais próxima.

A loira, que não tem muitas opções, aceita. Ela monta na garupa e o cavalo sai galopando. A viagem segue tranqüila e sem grandes incidentes. Mas de vez em quando o índio solta alguns berros.

Apesar disso, a loira e o índio chegam na cidade, ele a leva numa oficina. Ela desce e se despede, e o índio agradece efusivamente e visivelmente excitado.

O mecânico confuso, pergunta:
— O que é que deixou o índio tão excitado?

A loira faz cara de dúvida e responde:
— Eu não sei, acho que fiz algo de errado. Mas, eu apenas sentei atrás dele no cavalo, passei os braços em volta do seu peito e fiquei me segurando no apoio da sela.

O mecânico sorri:
— Mocinha, os índios não usam sela!