segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Piadas de português

Um grupo de amigos contava piadas. Um deles diz:

— Pessoal, tenho umas piadas fresquinhas de português!

Um lusitano que fazia parte do grupo avisa:

— Antes de continuares, aviso-te, eu sou português!

E o outro responde:

— Tudo bem, eu conto bem devagar...


Duke - Super Notícia – MG

Humberto - Jornal do Commercio – Recife – PE

Iotti - Zero Hora – Porto Alegre – RS

A Mãe Loira

A loira entra na farmácia com um bebê no colo e pergunta para o farmacêutico:
— Moço, eu posso usar a sua balança de bebê?
— Infelizmente a nossa balança para pesar bebês está quebrada — responde ele.
— Mas nós podemos calcular o peso do bebê se pesarmos a mamãe e o bebê juntos na balança de adultos e, em seguida, pesarmos a mamãe sozinha. Depois é só subtrairmos o segundo valor do primeiro!
— Que interessante! — exclama a loira, abismada — Pena que não vai dar certo...
— Por quê? Algum problema?
— É que eu não sou a mãe do bebê! Sou a tia!


Ivan - Diário de Natal – Natal – RN

J. Bosco - O Liberal – Belém – PA

Lute – Hoje em Dia – Belo Horizonte – MG

À Beira do Túmulo

No cemitério, uma mulher vestida de preto, véu na cabeça, lamentava-se, ajoelhada ao lado de um túmulo:
— Salim, meu querido! Por que você foi me abandonar? Sniff... Sniff... Estou sentindo tanto a sua falta, Salim! As crianças não se conformam com a sua morte! Oh! Salim! Sniff... Que desgraça que foi acontecer com a gente!
Nesse instante um senhor passa pela mulher e nota que a inscrição na lápide do túmulo dizia: "Aqui jaz Jacó". Comovido, ao ver a mulher tão transtornada, aproximou-se para ajudá-la:
— Desculpe, a senhora deve ter se enganado de túmulo. Esse daí está escrito: Jacó!
— Não me enganei não, cavalheiro! É que Salim nunca punha nada no nome dele!


M. Jacobsen – A Charge Online

Miguel - Jornal do Commercio – Recife – PE

Pelicano - Bom Dia – São Paulo – SP

Correndo Atrás do Ônibus

Um ônibus estava no seu ponto final, em uma ladeira, quando, para o alívio de 450 passageiros apertados e impacientes, ele partiu ladeira abaixo. Um homem de certa idade começou a seguir o ônibus desesperadamente.
Um bêbado que estava no ônibus viu a cena e gritou:
— Esquece, coroa! Você não vai conseguir alcançar a gente é nunca!
E o senhor, ofegante:
— Eu não posso desistir! Sou o motorista!


Rico - Valeperaibano – SP

Ronaldo - Pioneiro - RS

Sinfrônio - Diário do Nordeste – Fortaleza – CE

Imposições

A gestante chega ao médico e diz:

— Doutor! Nos últimos dias, meu marido resolveu me pendurar no teto para fazermos amor. Eu até cheguei a pensar que fosse alguma tara, mas ele me disse que era recomendação sua.

— Recomendação minha? Eu apenas disse a ele que, depois do oitavo mês de gravidez, as relações deveriam ser suspensas!


Solda - O Estado do Paraná – Curitiba – PR

Sponholz - Jornal da Manhã – Curitiba – PR

Tiago Recchia - Gazeta do Povo – Curitiba – PR

Ligação Errada

Alô! De onde estão falando?

— Aqui é da loja de sapatos.

— Desculpe, eu peguei o número errado.

— Não tem problema, traz pra cá que a gente troca...


domingo, 15 de novembro de 2009

Amâncio - Tribuna do Norte – Natal - RN

Amarildo - A Gazeta – Vitória - ES

André – O Imparcial - SP

Gripe aviária

A loira, com medo da gripe aviária, dizia para uma amiga que, daquele dia em diante, não comeria mais carne de frango.

A amiga alertou que o perigo só existia na Ásia.

A loira, indignada, respondeu:

— Mas essa é justamente a parte que eu mais gosto...


André Marangoni - A Charge Online

Bessinha – A Charge Online

Atropelando o carro!!

Engolindo Sapo! Ops... Rato!

Um bêbado chega em casa e vê a mesa toda desarrumada com alguns restos de comida do dia anterior.
Morrendo de fome ele resolve fazer uma boquinha, ou melhor, devorar tudo que vê pela frente. Como o seu estado não era dos melhores ele acaba comendo um pequeno rato que estava em cima na mesa.
Percebendo a burrada que fez, ele sai a procura de um hospital.
Depois de rodar alguns quilômetros em zigue-zague ele vê um muro branco, estaciona e entra correndo, sem saber que aquilo na verdade era um hospício.
— Me ajuda, doutor! — ele grita para o primeiro homem vestido de branco que vê. — Eu engoli um rato, doutor! Hic... O que eu faço?
Então o louco de plantão resolveu examinar o bêbado e lhe prescreveu uma receita.
O bêbado saiu de lá e foi direto pra farmácia.
— Seu farmacêutico! — gritou ele, entrando no estabelecimento. — Eu engoli um rato... Hic... E o médico me deu essa receita! Traz esse remédio pra mim! Hic... Urgente!
O farmacêutico olhou pra receita e começou a rir.
— O que foi? — perguntou o bêbado — Tá rindo do quê, cara?
— Olha só o que tá escrito na receita! — disse ele, sem parar de rir. — "Tomar um gato de duas em duas horas e colocar uma ratoeira no cu!"


É HOJE!!!

Fernandes - Diário do ABC - SP

Iotti - Zero Hora – Porto Alegre – RS

O Peão e o Mendigo

O peão de obra descansava na hora de almoço no último andar daquele arranha-céu de 40 andares, tentando olhar as pessoas que pareciam formigas e notou um vulto lá embaixo, acenando e pedindo para ele descer.

O peão desceu os 40 andares pela escada e chegando no térreo, muito cansado, deu de cara com um mendigo pedindo:

— Uma esmola, por favor ou um prato de comida.

O peão olhou para o pobre homem e pediu para ele acompanha-lo até o 40º andar.

Subiram os quarenta andares a pé. Chegando lá, o peão falou para o mendigo:

— Putz, não tenho!


Jorge Braga - O Popular – Goiânia – GO

Jota A - Jornal O Dia - PI

Junião - Diário do Povo – São Paulo – SP

Farmácia de Itu

Numa farmácia em Itu, entra um senhor e diz ao balconista: — Bom dia, eu queria um comprimido para dor de cabeça!
O empregado vai lá dentro e volta com um comprimido de meio-quilo.
— O que é isso? — diz o cliente assustado.
— O senhor sabe que aqui em Itu tudo é grande! — diz o empregado.
— Tudo bem, agora me dê um pacotinho de algodão!
O empregado traz-lhe um pacote enorme de algodão.
— Caramba! — diz o senhor.
— Eu já lhe disse! Aqui em Itu tudo é grande! — diz o balconista que em seguida pergunta ao homem:
— Deseja mais alguma coisa, senhor?
O cliente, saindo de fininho, responde:
— Não, não! Eu preciso de supositórios, mas eu compro em São Paulo mesmo...


Miguel - Jornal do Commercio – Recife – PE

A Bela do Dia!!!

Pater - A Tribuna – Vitória – ES

Toda Nudez Será Castigada

A garota totalmente nua entra num bar e pede um uísque. O barman despeja a bebida num copo, entrega-lhe e fica olhando fixamente para o corpo dela.

Ela começa a bebericar o uísque e o barman continua firme com os olhos em cima dela.
Até que ela não agüenta:

— O que foi? Nunca viu uma mulher nua?

E ele, todo polido:

— Claro que sim! Só estou curioso para saber de onde você vai tirar o dinheiro para me pagar a bebida!


Pelicano - Bom Dia – São Paulo – SP

Samuca - Diário de Pernambuco – Recife – PE

Simon Taylor – A Charge Online

Velhinhos no Paraíso

Um casal de velhinhos sofre um acidente e vai direto pro céu.
Na portaria são recepcionados por São Pedro que se mostra muito gentil e lhes apresenta as belas acomodações do paraíso.

– A paraíso é um condomínio oceânico de luxo, onde vocês terão tratamento de hotel cinco estrelas! Se não quiserem sol e praia, podem ficar sob o guarda-sol, ali na piscina.

Neste trecho, temos quadra de tênis, campo de golfe, sauna e sala de massagens, além do salão de jogos. A nossa biblioteca é completa. Lá poderão conversar com seus autores prediletos, já falecidos. E, se quiserem comer alguma coisa ou tomar um suquinho é só pedir a um desses anjinhos que vivem por aí... Espero que vocês gostem!

Dizendo isso, deixou o casal a sós. E, quando a velhinha já ia comentar as muitas qualidades do paraíso, seu esposo deu uma bronca:

– Tá vendo só, Clotilde? Se não fosse você com aquele negócio de comida natural, vida saudável, ficar toda hora enchendo o saco pra eu não fumar, não beber... Eu já estaria aqui nesse paraíso há tempo!


Sponholz - Jornal da Manhã – Curitiba – PR

Waldez - Amazônia Jornal – Belém – PA

Zope – A Charge Online

Jogando Xadrez

Um grupo de amigos está jogando xadrez, disputando um pequeno campeonato e um bêbado fica ao lado, da mesa só assistindo. As horas vão se passando. Uma, duas, três, quatro, cinco... E o bêbado continua lá. Até que um dos amigos resolve ver se ele quer jogar:
– Ei, amigo! Você está aí olhando a gente jogar há horas. Vem jogar também!
– O quê? – disse o bêbado, revoltado. – Xadrez? Eu não tenho paciência pra esse negócio não!