terça-feira, 20 de julho de 2010

Aroeira – O Dia – RJ

Bello - Tribuna de Minas – MG

Bruno - Valeparaibano – SP

O fim

O paciente está gemendo muito e se contorcendo. É o fim. O companheiro da maca vizinha chama a enfermeira e fala como uma voz bem fraquinha:
— O que é que ele tem? Vai morrer?
— Infelizmente, chegou a hora dele. Ele está nas últimas.
— E por que não levam ele logo pro necrotério?
— Isto aqui é o necrotério.

Cícero – Jornal de Brasília - DF

Duke - Super Notícia – MG

Eder - Comércio Araraquara – SP

Infame!

O médico, um conhecido boêmio, antes de iniciar a cirurgia numa bela jovem fala pra enfermeira:
— Dona Desengrácia, traga os meus instrumentos.
— Só o violão e o cavaquinho ou o atabaque também?

Erasmo - Jornal de Piracicaba – SP

Frank - A Notícia – SC

Humberto - Jornal do Commercio – PE

O colecionador

— Doutor, o meu problema é que o meu dinheiro não chega pra nada. Sofro de uma compulsão danada de comprar discos. Todo dia eu compro 10 discos.
— O senhor só precisa é comprar menos discos. Vá reduzindo aos poucos até chegar a só um ou dois discos por dia. Afinal de contas, gostar de música é uma coisa muito boa.
— O problema é que eu detesto música, doutor. O que eu coleciono mesmo é aquele buraquinho que vem no meio do disco.

J. Bosco - O Liberal – PA

Nani – A Charge Online

Newton Silva – Jangadeiro Online

Os médicos

Congresso de medicina. Logo no primeiro dia, os olhares do médico e da médica se cruzaram no ar. Pronto. O clima se fez. Em pouco tempo, os dois médicos estavam juntos conversando e foram assistir as palestras, e os seminários um ao lado do outro. E assim foi durante todo o dia: almoçaram juntos, tomaram cafezinho juntos, visitaram os estandes, e tudo o mais. Depois da última palestra, saíram juntos e marcaram o jantar. Jantaram e foram para o apartamento dela, pois havia alguns aspectos técnicos que precisavam discutir mais detalhadamente. E analisaram as questões pendentes de forma bem carinhosa. Quando terminaram, ela saiu da cama, foi até o banheiro e, mais uma vez, lavou as mãos. Esse era uma hábito que ele havia percebido nela desde que estavam lá no centro de convenções. Tomava cafezinho: ia lavar as mãos. Recebia brindes: ia lavar as mãos. De vez em quando, lá ia ela lavar as mãos.
Quando ela saiu do banheiro, ele perguntou:
- Você é cirurgiã, não é mesmo?
- Sou sim. Como é que você descobriu?
- Essa sua mania de lavar as mãos é bem característica.
- E você é anestesista, não é?
- Sou sim. Como é que você soube?
- É que eu não senti nada!

Paixão - Gazeta do Povo – PR

Regi - Amazonas em Tempo – AM

Seri - Diário do ABC - SP

Medicação

— Doutor, eu não consigo dormir. Basta o gato passar pelo corredor que eu acordo.
— Leve isto aqui e ponha três gotas no leite.
— Bebo o leite antes dormir, doutor?
— Não, não. Ponha isto no leite do gato.

Sponholz - Jornal da Manhã – PR

Thomate - A Cidade – SP

Waldez - Amazônia Jornal – PA

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Amarildo - A Gazeta – ES

Bello - Tribuna de Minas – MG

Erasmo - Jornal de Piracicaba – SP

A equipe

Contam que o Presidente decidiu contratar dois novos integrantes para sua equipe econômica. Distribuiu cartazes pelos bancos estrangeiros, cursos de pós-graduação e faculdades. Muitos candidatos se inscreveram. No dia marcado, o presidente foi entrevistar os candidatos. A pergunta mais importante era:
- Quanto é sete vezes sete?
Um dos contratados foi o candidato que respondeu quarenta e sete. Foi o melhor resultado, o mais próximo.
O outro escolhido foi chamado pelo presidente:
- Analisei o seu currículo - disse o presidente. - Ele contém uma porção de bobagens, muitas mentiras e um monte de abobrinhas. Você começa amanhã.

Fausto - Olho Vivo

Fernandes - Diário do ABC - SP

Frank - A Notícia – SC

A virgem

Uma mulher, beirando os quarenta anos, às vésperas do seu quarto casamento foi pedir conselhos ao reverendo.
- Reverendo, não sei como dizer ao meu noivo que eu ainda sou virgem.
- Minha filha, você foi casada durante vários anos e vem me dizer que ainda é virgem?
- É o seguinte: meu primeiro marido era psicólogo e tudo que ele queria era me ouvir falar. O segundo marido construía prédios de apartamentos e passou todo o tempo prometendo pro mês que vem. O último era um ginecologista que só queria ficar olhando. Agora eu vou me casar com um político e, como todo político, tenho certeza que ele quer é foder a gente.

J. César - Diário de Borborema - PB

Jorge Braga - O Popular – GO

Junião - Diário do Povo – SP

Candidatos

Logo na primeira fila do comício, estava um bêbado que não parava de falar bem alto:
- Se meu pai fosse um pato e minha mãe um pata, eu era um patinho. Se meu pai fosse um cachorro e minha mãe uma cadelinha, eu era um cachorrinho. Se meu pai fosse um gato e minha mãe uma gatinha, eu era um gatinho. Se meu pai fosse um carneiro e minha mãe uma ovelhinha, eu era um carneirinho.
A certa altura ninguém agüentava mais aquela chateação. O candidato interrompeu o discurso e perguntou, irritado, ao bêbado:
- E se teu pai fosse viado e tua mãe uma puta?
- Aí eu me candidatava.

Leandro – Diário de Guarulhos - SP

Luscar – A Charge Online

M. Aurélio - Zero Hora – RS

E daí?

Pois foi num desses dias de sufoco que esse nosso amigo, o doutor Affonso, chegou um pouco mais tarde na repartição: já eram quase duas horas da tarde (o expediente começava à dez da manhã). O novo chefe chamou o doutor Affonso e passou-lhe uma bem merecida descompostura:
- Desde as onze horas que estamos aqui e só agora é que o senhor aparece?
- E daí? - perguntou o doutor Affonso ligeiramente ofendido. - Perdi alguma coisa interessante?

Mariosan – O Popular – GO

Newton Silva – Jangadeiro Online

Pelicano - Bom Dia – SP

Em uma cidade do interior...

Pouco tempo depois de empossado, o prefeito comprou, por trezentos mil reais, a casa mais bonita da cidade. No outro dia, o muro da casa apareceu pichado com a frase:

PREFEITO, ONDE O SENHOR ARRANJOU 300.000 REAIS?

O prefeito ficou furibundo, mandou o pessoal da prefeitura repintar o muro da casa e anunciou, em toda a cidade, que pagaria um prêmio de dez mil reais a quem denunciasse o autor da pichação. No outro dia, o muro apareceu pichado com a frase:
PREFEITO, ONDE O SENHOR ARRANJOU 310.000 REAIS?

Quinho – Diário da Tarde - MG

S. Salvador – Estado de Minas - MG

Samuca - Diário de Pernambuco – PE

O sonho do Lada

Depois de muitos anos de economia, o russo conseguiu finalmente reunir os rublos necessários para comprar o Lada de seus sonhos. Foi até a loja, fez o pedido e o vendedor disse que ele receberia o carro dali a dez anos.
- Dez anos?
- Sim - disse o vendedor.
- Pela manhã ou à tarde?
- Olha senhor, falta tanto tempo que não tem porque se preocupar com a hora, se vai ser pela manhã ou à tarde.
- Eu preciso saber. É que pela manhã já está marcado o televisor.

Sinfrônio - Diário do Nordeste – CE

Sinovaldo - Jornal NH – RS

Sponholz - Jornal da Manhã – PR