terça-feira, 20 de julho de 2010
O fim
O paciente está gemendo muito e se contorcendo. É o fim. O companheiro da maca vizinha chama a enfermeira e fala como uma voz bem fraquinha:
— O que é que ele tem? Vai morrer?
— Infelizmente, chegou a hora dele. Ele está nas últimas.
— E por que não levam ele logo pro necrotério?
— O que é que ele tem? Vai morrer?
— Infelizmente, chegou a hora dele. Ele está nas últimas.
— E por que não levam ele logo pro necrotério?
— Isto aqui é o necrotério.
Infame!
O colecionador
— Doutor, o meu problema é que o meu dinheiro não chega pra nada. Sofro de uma compulsão danada de comprar discos. Todo dia eu compro 10 discos.
— O senhor só precisa é comprar menos discos. Vá reduzindo aos poucos até chegar a só um ou dois discos por dia. Afinal de contas, gostar de música é uma coisa muito boa.
— O senhor só precisa é comprar menos discos. Vá reduzindo aos poucos até chegar a só um ou dois discos por dia. Afinal de contas, gostar de música é uma coisa muito boa.
— O problema é que eu detesto música, doutor. O que eu coleciono mesmo é aquele buraquinho que vem no meio do disco.
Os médicos
Congresso de medicina. Logo no primeiro dia, os olhares do médico e da médica se cruzaram no ar. Pronto. O clima se fez. Em pouco tempo, os dois médicos estavam juntos conversando e foram assistir as palestras, e os seminários um ao lado do outro. E assim foi durante todo o dia: almoçaram juntos, tomaram cafezinho juntos, visitaram os estandes, e tudo o mais. Depois da última palestra, saíram juntos e marcaram o jantar. Jantaram e foram para o apartamento dela, pois havia alguns aspectos técnicos que precisavam discutir mais detalhadamente. E analisaram as questões pendentes de forma bem carinhosa. Quando terminaram, ela saiu da cama, foi até o banheiro e, mais uma vez, lavou as mãos. Esse era uma hábito que ele havia percebido nela desde que estavam lá no centro de convenções. Tomava cafezinho: ia lavar as mãos. Recebia brindes: ia lavar as mãos. De vez em quando, lá ia ela lavar as mãos.
Quando ela saiu do banheiro, ele perguntou:
- Você é cirurgiã, não é mesmo?
- Sou sim. Como é que você descobriu?
- Essa sua mania de lavar as mãos é bem característica.
- E você é anestesista, não é?
- Sou sim. Como é que você soube?
Quando ela saiu do banheiro, ele perguntou:
- Você é cirurgiã, não é mesmo?
- Sou sim. Como é que você descobriu?
- Essa sua mania de lavar as mãos é bem característica.
- E você é anestesista, não é?
- Sou sim. Como é que você soube?
- É que eu não senti nada!
Medicação
segunda-feira, 19 de julho de 2010
A equipe
Contam que o Presidente decidiu contratar dois novos integrantes para sua equipe econômica. Distribuiu cartazes pelos bancos estrangeiros, cursos de pós-graduação e faculdades. Muitos candidatos se inscreveram. No dia marcado, o presidente foi entrevistar os candidatos. A pergunta mais importante era:
- Quanto é sete vezes sete?
Um dos contratados foi o candidato que respondeu quarenta e sete. Foi o melhor resultado, o mais próximo.
O outro escolhido foi chamado pelo presidente:
- Analisei o seu currículo - disse o presidente. - Ele contém uma porção de bobagens, muitas mentiras e um monte de abobrinhas. Você começa amanhã.
- Quanto é sete vezes sete?
Um dos contratados foi o candidato que respondeu quarenta e sete. Foi o melhor resultado, o mais próximo.
O outro escolhido foi chamado pelo presidente:
- Analisei o seu currículo - disse o presidente. - Ele contém uma porção de bobagens, muitas mentiras e um monte de abobrinhas. Você começa amanhã.
A virgem
Uma mulher, beirando os quarenta anos, às vésperas do seu quarto casamento foi pedir conselhos ao reverendo.
- Reverendo, não sei como dizer ao meu noivo que eu ainda sou virgem.
- Minha filha, você foi casada durante vários anos e vem me dizer que ainda é virgem?
- É o seguinte: meu primeiro marido era psicólogo e tudo que ele queria era me ouvir falar. O segundo marido construía prédios de apartamentos e passou todo o tempo prometendo pro mês que vem. O último era um ginecologista que só queria ficar olhando. Agora eu vou me casar com um político e, como todo político, tenho certeza que ele quer é foder a gente.
- Reverendo, não sei como dizer ao meu noivo que eu ainda sou virgem.
- Minha filha, você foi casada durante vários anos e vem me dizer que ainda é virgem?
- É o seguinte: meu primeiro marido era psicólogo e tudo que ele queria era me ouvir falar. O segundo marido construía prédios de apartamentos e passou todo o tempo prometendo pro mês que vem. O último era um ginecologista que só queria ficar olhando. Agora eu vou me casar com um político e, como todo político, tenho certeza que ele quer é foder a gente.
Candidatos
Logo na primeira fila do comício, estava um bêbado que não parava de falar bem alto:
- Se meu pai fosse um pato e minha mãe um pata, eu era um patinho. Se meu pai fosse um cachorro e minha mãe uma cadelinha, eu era um cachorrinho. Se meu pai fosse um gato e minha mãe uma gatinha, eu era um gatinho. Se meu pai fosse um carneiro e minha mãe uma ovelhinha, eu era um carneirinho.
A certa altura ninguém agüentava mais aquela chateação. O candidato interrompeu o discurso e perguntou, irritado, ao bêbado:
- E se teu pai fosse viado e tua mãe uma puta?
- Aí eu me candidatava.
- Se meu pai fosse um pato e minha mãe um pata, eu era um patinho. Se meu pai fosse um cachorro e minha mãe uma cadelinha, eu era um cachorrinho. Se meu pai fosse um gato e minha mãe uma gatinha, eu era um gatinho. Se meu pai fosse um carneiro e minha mãe uma ovelhinha, eu era um carneirinho.
A certa altura ninguém agüentava mais aquela chateação. O candidato interrompeu o discurso e perguntou, irritado, ao bêbado:
- E se teu pai fosse viado e tua mãe uma puta?
- Aí eu me candidatava.
E daí?
Pois foi num desses dias de sufoco que esse nosso amigo, o doutor Affonso, chegou um pouco mais tarde na repartição: já eram quase duas horas da tarde (o expediente começava à dez da manhã). O novo chefe chamou o doutor Affonso e passou-lhe uma bem merecida descompostura:
- Desde as onze horas que estamos aqui e só agora é que o senhor aparece?
- E daí? - perguntou o doutor Affonso ligeiramente ofendido. - Perdi alguma coisa interessante?
- Desde as onze horas que estamos aqui e só agora é que o senhor aparece?
- E daí? - perguntou o doutor Affonso ligeiramente ofendido. - Perdi alguma coisa interessante?
Em uma cidade do interior...
Pouco tempo depois de empossado, o prefeito comprou, por trezentos mil reais, a casa mais bonita da cidade. No outro dia, o muro da casa apareceu pichado com a frase:
PREFEITO, ONDE O SENHOR ARRANJOU 300.000 REAIS?
O prefeito ficou furibundo, mandou o pessoal da prefeitura repintar o muro da casa e anunciou, em toda a cidade, que pagaria um prêmio de dez mil reais a quem denunciasse o autor da pichação. No outro dia, o muro apareceu pichado com a frase:
PREFEITO, ONDE O SENHOR ARRANJOU 310.000 REAIS?
O sonho do Lada
Depois de muitos anos de economia, o russo conseguiu finalmente reunir os rublos necessários para comprar o Lada de seus sonhos. Foi até a loja, fez o pedido e o vendedor disse que ele receberia o carro dali a dez anos.
- Dez anos?
- Sim - disse o vendedor.
- Pela manhã ou à tarde?
- Olha senhor, falta tanto tempo que não tem porque se preocupar com a hora, se vai ser pela manhã ou à tarde.
- Eu preciso saber. É que pela manhã já está marcado o televisor.
- Dez anos?
- Sim - disse o vendedor.
- Pela manhã ou à tarde?
- Olha senhor, falta tanto tempo que não tem porque se preocupar com a hora, se vai ser pela manhã ou à tarde.
- Eu preciso saber. É que pela manhã já está marcado o televisor.
Assinar:
Postagens (Atom)







































