sexta-feira, 23 de julho de 2010

Depois da Operação

A loira está passeando no shopping quando encontra uma velha amiga:
— Menina! Como você emagreceu! O que você fez? Dieta? Exercício?
— Não... Não foi nada disso! — disse a amiga, encabulada. — Na verdade eu tive que extrair um rim e, depois da operação, emagreci dez quilos...
— Nossa! — diz a loira, assustada. — Quem diria que um rim pesa tudo isso, hein!

Paixão - Gazeta do Povo – PR

Quinho – Diário da Tarde - MG

Ronaldo - Jornal do Commercio – PE

Problemas na Farmácia

O sujeito, furioso, liga para a farmácia e grita:
— Posso saber quem foi que atendeu a minha mulher nessa porcaria?
— Calma, senhor... — diz o farmacêutico. — Quem é a sua mulher?
— É a Claudinha! — grita ele, histérico. — Quero saber quem foi o filho da...
— Calma, senhor... Claudinha é aquela loira, com os seios avantajados, cabelos bem longos, pernas grossas, que estava usando um vestidinho vermelho?
— É ELA MESMA! Agora me fala, quem foi? QUEM FOI?
— Foi a nossa nova atendente, senhor! O que aconteceu? Ela errou no troco?
— Não! Só que ela vendeu o medicamento errado pra minha mulher!
— Perdão, senhor... Mas a sua mulher pode vir aqui que a gente troca!
— Não dá! — grita ele, cada vez mais furioso ao telefone. — A minha mulher tá presa no meu colo!
— Presa no seu colo? Como assim, senhor?
— Ela foi aí pra comprar vaselina e a vaca da sua atendente vendeu Super-Bonder!

Sinovaldo - Jornal NH – RS

Solda - O Estado do Paraná – PR

Sponholz - Jornal da Manhã – PR

Taxista e a Mulher Feia

Diz o motorista do táxi, após passar próximo a uma linda mulher:
— Olha que mulher bonita! Nossa, ela é um avião!

E o passageiro responde gritando:
— Feia!

O motorista:
— Feia nada! Ela é gostosona pra caramba!

E o passageiro de novo:
— Feia!

— Que feia o quê! Tá louco? — responde o motorista do táxi.

E o passageiro aos berros:
— Feia! Feia! Feia!

O motorista, que não estava olhando pra frente, bate em outro carro. Fica louco da vida e fala pro passageiro:
— Pô, cara! Tu viu que eu ia bater! Por que não me avisou?

E o passageiro: Aralho! Eu ava itando az ua hora: feia, feia e ocê não feiô... É urdo, é?

Thomate - A Cidade – SP

Tiago Recchia - Gazeta do Povo – PR

Waldez - Amazônia Jornal – PA

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Alecrim – A Charge Online

Aroeira – Jornal O Sul

Dálcio - Correio Popular – SP

Os bravos legionários

Um batalhão de legionários retornou à França depois de um ano de lutas na África. O general foi recebê-los e procurou conversar com cada um deles. Fez perguntas, conversou amenidades, enfim, buscou apresentar o reconhecimento do alto comando pelos atos de bravura e patriotismo demonstrados pelos fiéis soldados.

- Em algum momento tiveste medo, soldado?

- Não, meu general. Um legionário francês jamais tem medo.

Mais na frente perguntou a outro bravo:

- O que tu farias se teu pára-quedas não abrisse, soldado?

- Eu voltaria e apanharia outro pára-quedas senhor, porque um legionário não se perturba com esses pequenos problemas.

E o general cada vez mais ficava com a certeza de que seu exército era um exército de bravos. Ele continuou a fazer perguntas, a apresentar os cumprimentos à sua tropa, buscando demonstrar o quanto ele estava feliz com o retorno deles à querida pátria (êpa!)

- E você, soldado? Como te arranjavas? Sempre fazias amor? (Ele não usou exatamente esses termos, mas, em respeito às senhoras aqui presentes, fez-se uma pequena alteração no diálogo.)

- Quatro ou cinco vezes por dia, general. Isso é normal para um legionário saudável, general.

Ao último legionário da fileira, um baixinho de óculos, o general fez a mesma pergunta.

- Quatro ou cinco vezes por mês, general - respondeu o baixinho de óculos.

O general parou, decepcionado com o pobre desempenho do valente legionário.

- Acho que você nos decepciona, soldado.
- Eu compreendo sua decepção, general. Mas pra um capelão que nem eu, até que não está mal.

Duke - Super Notícia – MG

Eder - Comércio Araraquara – SP

Erasmo - Jornal de Piracicaba – SP

Turismo de guerra

A chegada de um turista numa cidade da Irlanda do Norte coincide com uma das temporadas de atentados terroristas no país. Uma noite ele está voltando ao hotel e passa por uma rua deserta quando é agarrado por trás. Ele sente um revólver na nuca e o agressor lhe pergunta:

- És protestante ou católico?

O turista fica sem saber o que responder. Se disser que é protestante, o agressor pode ser católico e suas chances de sobrevivência são mínimas. Também não terá chances se disser que é católico e o agressor for protestante. Raciocina rápido e vê se pode identificar qual a origem do agressor pelo sotaque, roupa ou qualquer outro indício. Mas é impossível. Tenta identificar se aquela região é de domínio de um ou de outro grupo religioso, mas o turista ainda não tem bastante conhecimento sobre a cidade para sabê-lo. Tudo isso passa pela cabeça do turista numa fração de segundo. Ele não sabe o que fazer. Sente o cano do revólver na nuca. A pressão é cada vez maior. Tem que decidir rápido. Católico ou protestante? Só tem uma saída: dizer uma outra religião qualquer. Pronto. É isso.

- Sou judeu - diz o turista.
- Que Alá seja louvado. Mohamed é o árabe mais sortudo da Irlanda.

Fausto - Olho Vivo

Ivan - A Charge Online

J. Bosco - O Liberal – PA

Oh, mãezinha!

Juquinha, bem pequeno ainda, discutiu com a mãe. Ficou furioso. Descontrolou-se.

- Sua filha da puta! - disse ele.

- O QUÊ??? QUEM É FILHA DA PUTA SEU...?

E o Juquinha meio assustado, meio arrependido abraça carinhosamente as pernas da mãe e diz quase a chorar:

- Sou eu, mãezinha. Sou eu.

Leandro – Diário de Guarulhos - SP

Lila - Jornal da Paraíba - PB

Lute – Hoje em Dia – MG

Na escola

- Joãozinho, como se chamam os nascidos em Pernambuco?

- Pernambucanos, professora.

- Muito bem. Você, Mariazinha: como se chamam os nascidos em Minas Gerais?

- Mineiros, professora.

- Ótimo, Mariazinha. E agora você, Joaquinzinho. Como se chamam os nascidos no Rio Grande do Norte?

- Todos eles, professora?

Newton Silva – Jangadeiro Online

Pelicano - Bom Dia – SP

Regi - Amazonas em Tempo – AM

Picadinho de mãe

- Papai, papai! A onça picou mamãe.

- Mas o que é isso, Juquinha? Uma onça não pica. O mosquito é que pica. A onça morde.

- Não, pai. Ela picou a mamãe. Em pedacinhos.

Rico - Valeperaibano – SP

Samuca - Diário de Pernambuco – PE

Sinfrônio - Diário do Nordeste – CE

Corações

A professora vai entrando na sala de aula e sem mais delongas pergunta:

- Juquinha, quantos corações nós temos?

E o Juquinha na bucha:
- Dois, professora, o seu e o meu.

Sinovaldo - Jornal NH – RS

Solda - O Estado do Paraná – PR

Sponholz - Jornal da Manhã – PR

Cuidado!

E o menino esvaindo-se em lágrimas:

- Manhê, papai me mordeu.

- Eu já avisei pra não chegar muito perto da jaula dele, meu filho.

Tiago Recchia - Gazeta do Povo – PR

Toninho - Jornal de Uberaba - MG

Waldez - Amazônia Jornal – PA

terça-feira, 20 de julho de 2010

Eita Gota! Danou-se!

Amâncio - Tribuna do Norte – RN

Amarildo - A Gazeta – ES

Na UTI

Após a cirurgia, "seu" José foi levado para UTI para recuperar-se. Mas tarde, ao acordar, ficou conversando com os outros doentes da UTI.
— É a minha terceira cirurgia — fala um dos doentes. — Da primeira vez, o médico esqueceu uma pinça na minha barriga, da segunda, esqueceu um pedaço de gaze...
E o outro paciente reclamava:
— Na minha primeira, ele esqueceu uma esponja, na segunda...
Foi interrompido pelo médico que entrou esbaforido na UTI:
— Alguém viu minha bengala por aí?