sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Sponholz - Jornal da Manhã – PR

Tiago Recchia - Gazeta do Povo – PR

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Amorim - A Charge Online

Bello - Tribuna de Minas – MG

Bessinha – A Charge Online

Zefinha e Osvaldinho

Zefinha e Osvaldinho formavam um casal inseparável. Para onde um ia, o outro ia junto. É claro que, no trabalho, cada um ia para seu lado já que trabalhavam na mesma firma e não ficava bem os dois se grudarem o tempo todo. Como divertimento, o que eles gostavam mesmo era do carnaval. Esperavam o ano todo pelo carnaval. E foi assim naquele ano.
Com o dinheiro do décimo terceiro eles compraram a fantasia. Quer dizer, compraram o tecido e mandaram uma conhecida deles costurar as duas fantasias de papangu. As fantasias ficaram lindas e bem baratinhas. Para se reconhecerem no meio do povo, ela bordou nas costas das fantasias as letras "Z" e "O". Dessa maneira, não se perderiam um do outro lá naquelas multidões dos Quatro Cantos, da Ribeira, da Prefeitura.
Chegou o carnaval. Programaram ir para os Quatro Cantos logo no sábado pela manhã. Cúmulo do azar: Zefinha amanheceu com uma enxaqueca, uma dor de cabeça daquelas. Osvaldinho ficou chateado, mas não ia sair deixando a mulher sozinha daquele jeito. Ele ficou em casa e aproveitou para fazer uns pequenos reparos domésticos: consertar torneira, trocar interruptor, essas coisas.
No domingo de manhã, Zefinha acordou um pouco melhor, mas achou mais prudente ficar em casa. Se fizesse algum exagero podia piorar e ainda havia a segunda e a terça para se divertirem. O melhor era o marido ir sozinho mesmo. Depois de muita conversa, ela convenceu o Osvaldinho a ir só.
- Vai lá, homem. Dá pelo menos uma volta. Amanhã eu também vou.
Meio a contragosto, o Osvaldinho vestiu a fantasia e foi. Mas só depois do almoço.
E não é que lá pela metade da tarde a Zefinha ficou boa? Boazinha! Não sentia mais nada. Esperar o quê? Vestiu a fantasia e foi pra folia. Saltou do ônibus na Praça do Carmo e saiu por ali. Tinha certeza de encontrar o Osvaldinho.
Andou, andou e já era noite quando viu um papangu com a letra "O" bordada nas costas. Não teve dúvida: era ele, Osvaldinho. Foi lá, deu um abraço bem gostoso. Beijar, não. Também, com aquela máscara. E saíram abraçados. Andaram um pouco e viram um beco, umas árvores, um escurinho. Foram para lá e se amaram perdidamente. Para não desfazer o mistério, nenhum dos dois tirou a máscara.
Ah! Que maravilha! Voltaram do escurinho na hora em que ia passando o Bloco da Saudade e, no empurra-empurra, os dois se perderam na multidão.
Coisa chata. Logo agora que tinham se encontrado se separarem assim.
Bom, fazer o quê? Ir pra casa mesmo. Lá, se veriam de novo.
E Zefinha decidiu voltar pra casa. Afinal de contas, já estava ficando meio tarde. Gente de mais.
Até que ela atravessasse aquela multidão e chegasse ao ponto do ônibus já passava das oito.
Ao chegar em casa, ela encontrou Osvaldinho na sala, de pijama vendo televisão. Os dois ficaram muito surpresos e cada um perguntou ao outro ao mesmo tempo:
- Ficou boa?
- Já chegou?
Refeita do susto, ela falou:
- Cadê sua fantasia?
E o Osvaldinho explicou:
- Assim que cheguei no Varadouro, encontrei o Toinho lá da contabilidade, sabe quem é, né? Aquele do computador. Eu tava meio desanimado mesmo. Sem você... Aí eu emprestei a fantasia a ele. Ele disse que traz amanhã de manhã. Depois fui pra casa de mãe. Voltei não eram nem cinco horas. Fiquei aqui te esperando. Já ficou boa, foi amor?

Duke - O Tempo – MG

Gersus – A Charge Online

J. Bosco - O Liberal – PA

No Tempo das Cavernas

O homem da caverna vai botar o filho, o menino da caverna, para dormir. O menino da caverna se deita e pede ao pai:

- Pai, agora me conta uma pré-história, conta.

Lute – Hoje em Dia – MG

M. Jacobsen – A Charge Online

Mayrink - A Charge Online

Meses Nefastos

Pesquisas realizadas comprovaram que os meses mais nefastos (epa!) para o casamento são aqueles que têm a letra "r" no nome. Os outros meses também.

Newton Silva – Jangadeiro Online

Pater - A Tribuna – ES

Ronaldo - Jornal do Commercio – PE

O julgamento

Após o julgamento, o juiz chama o réu e diz:

— O senhor foi absolvido da acusação de bigamia. Vá pra casa e volte aqui amanhã com a sua mulher. Preciso falar com ela.

— Pois não, doutor. Com qual delas o senhor quer falar?

Samuca - Diário de Pernambuco – PE

Santo – A Charge Online

Sinovaldo - Jornal NH – RS

Queixa

O homem foi queixar-se ao síndico:

- Quero que o senhor proíba a mulher do apartamento 513 de gritar tanto com o marido dela.

- E quem é o marido dela?

- Sou eu.

Sponholz - Jornal da Manhã – PR

Tiago Recchia - Gazeta do Povo – PR

Waldez - Amazônia Jornal – PA

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Alecrim – A Charge Online

Amâncio - Tribuna do Norte – RN

Amorim - Correio do Povo – RS

Oração do Lula

SENHOR,
Fazei de mim instrumento de golpe na Constituição, para garantir a Dilma sua eleição.

Onde houver mutreta... que eu mostre a maleta;
Onde houver gorjeta... que seja minha teta;
Que eu tenha dor na munheca... de tanto encher a cueca;
Em cada licitação... que alguém molhe a minha mão;
E que no meu endereço, vença o meu preço;

Onde houver crachá... que não falte o jabá;
Onde houver ócio... que eu feche o negócio;
Onde houver propina... que reservem o da vila campesina;
Mas sem esquecer do MST, das ONGs e do PT;

Onde houver colarinho branco...
Que dobre o lucro do banco;
Onde houver esquema... cuidado com o telefonema;
E quando tocar o sino... chamem o Genoíno;
Se mexerem no meu... que venha o Zé Dirceu;
E, se a proposta for chula... lembrai do custo do Lula.

Ó Mestre!

Que eu tenha poder para corromper e ser corrompido;
Porque é sonegando que se é promovido;
É mentindo que se vai subindo;
Pois enquanto o povo sofre com imposto e inflação,
O índio passa o facão, o sem terra faz a invasão,
A base aliada entra na negociação
E a gente vai metendo a mão...

E que a pizza seja feita pela vossa vontade
Enquanto a grana da publicidade
Levar o povo a aceitar nossa desonestidade
Como se fosse genialidade...

AMÉM !

Claudio – Agora São Paulo - SP

Duke - Super Notícia – MG

Erasmo - Jornal de Piracicaba – SP

Canibal

O canibal entra no restaurante, consulta o cardápio e faz o pedido. O garçom anota e depois pergunta:

— Deseja mais alguma coisa, senhor?

— Sim. Um branco seco.

Humberto - Jornal do Commercio – PE

J. Bosco - O Liberal – PA

Leandro – Diário de Guarulhos - SP

34 1/2

E aí o anãozinho disse para a anãzinha:

- Vamos fazer um trinta e quatro e meio?

Luscar – A Charge Online

Pater - A Tribuna – ES

Samuca - Diário de Pernambuco – PE

No Cinema

Mal a luz do cinema se apaga, o jovem casal começa a maior agarração. É mão aqui, mão ali, beijos ruidosos, fungados, grunhidos. E isso não pára. Na fila de trás, uma distinta senhora, incomodada com aquele descaramento todo, fala bem alto:

- Tem gente por aí que vem pro cinema só pra fazer safadeza. Devia ir era prum motel.

O rapaz volta-se para a senhora e diz:

- Convence ela, convence, moça. Convence ela pra mim, pe-la-mor-de-Deus.

Santiago - A Charge Online

Santo – A Charge Online

Sinfrônio - Diário do Nordeste – CE

Os Canibais

Pai e filho saem para buscar o almoço. Procuram, procuram e vêem uma mulher atrás de uma moita.

- Pai, veja aquela mulher ali. Como parece gostosa, pai. Por que não levamos ela?

- Não, filho. Aquela não. Não vê que ela é muito gorda? Gordura faz a taxa de colesterol subir às alturas. Vamos em frente. Vamos procurar uma melhor.

Eles andam mais um pouco e o filho vê outra mulher.

- Pai, que tal aquela ali? Ela não é gorda que nem a outra.

- Aquela magrela só tem pele e osso, filho. O osso não se come e a pele não faz bem à saúde. Vamos procurar mais um pouco.

Mais adiante, o filho vê outra mulher.

- Pai, veja aquela ali. É loura e tem o corpinho lindo, pai! (Pausa.) Veja as pernas, pai: que pernas! E a bundinha? Acho que ela vai servir pro almoço, pai.

- Opa! Essa é perfeita. Vamos levar ela, filho. Eu fico com ela e a gente almoça a tua mãe.

Sinovaldo - Jornal NH – RS

Waldez - Amazônia Jornal – PA

Zope – A Charge Online

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Amorim - A Charge Online

Benett - Gazeta do Povo - PR

Bessinha – A Charge Online

Conversa Boa

- Acho que eu lhe conheço de algum lugar.

- É verdade. Eu vou lá de vez em quando.

Clériston – Folha de Pernambuco - PE

Dálcio - Correio Popular – SP

Duke - Super Notícia – MG

O Empréstimo

Dois amigos se encontram e um deles joga aquela conversa com a intenção de pedir dinheiro emprestado.

- O quê? Dez mil reais? Você está querendo que eu lhe empreste dez mil reais? Você está louco? Pensa que eu sou milionário? Você sabe o trabalho que dá pra ganhar dez mil reais?

- É claro que eu sei. Por isso mesmo é que eu estou te pedindo emprestado, uai!

Gersus – A Charge Online

Junião - Diário do Povo – SP

M. Aurélio - Zero Hora – RS

O Canibal

Finalmente o canibal toma coragem e decide ir falar com o pai de Maria. Quer a mão dela. Muito nervoso, o canibal fala:

- Vim pedir a mão de sua filha...

- Quer a mão de minha filha, não é? Trouxe as alianças?

- Não. Trouxe o facão...

M. Jacobsen – A Charge Online

Myrria - A Crítica – AM

Nani – A Charge Online

Dúvida!

A noiva havia morrido poucos dias antes do casamento e o noivo foi comprar flores para o enterro.

- Rosas brancas ou vermelhas? - perguntou a vendedora.

O noivo não soube responder e a vendedora explicou:

- É o seguinte: se ela morreu virgem, o senhor deve levar rosas brancas.

- Sim, claro. Rosas brancas - falou o noivo.

A vendedora já ia embrulhando as rosas quando o noivo falou:

- Moça, por via das dúvidas, bota aí umas três ou quatro vermelhas.