domingo, 5 de dezembro de 2010
Do Lado de Lá
Joaquim está sentado à beira do rio, pescando, quando de repente avista o amigo Manoel.
— Ó Manoel! — grita ele.
— Ó Joaquim! — responde o amigo.
— Como faço para atravessar para o outro lado do rio?
— Não sejas burro, Joaquim! Tu já estás no outro lado!
— Ó Manoel! — grita ele.
— Ó Joaquim! — responde o amigo.
— Como faço para atravessar para o outro lado do rio?
— Não sejas burro, Joaquim! Tu já estás no outro lado!
Assassinando o Português
Certo dia o gerente de vendas de uma empresa de peças industriais recebeu um fax de um vendedor novo:
"Seo Gomis, o criente de belzonte pidiu mais cuatrucenta pessa. Faz favor toma as providenssa . Abrasso, Nirso"
Uma hora depois chega outro fax:
"Seo Gomis, os relatorio di venda vai xega atrazado proque to fexando umas venda. Temo que mandá treiz miu pessa. Amanha to xegando. Abrasso, Nirso"
E no dia seguinte:
"Seo Gomis, num xeguei pucausa de que vendi maiz deis miu em Beraba. To indo pra Brazilha. Abrasso, Nirso"
Algumas horas mais tarde:
"Seo Gomis, Brazilha fexo 20 miu. Vo pra Frolinoplis e de lá pra Sum Paulo no vinhão das cete hora. Abrasso, Nirso".
E assim foi o mês inteiro. Muito preocupado com a imagem da empresa o gerente levou todas as mensagens que recebeu do vendedor ao presidente.
— Pode deixar que eu tomarei as providências devidas! — disse o presidente ao gerente.
Uma semana depois tinha um aviso no mural da empresa com todas as mensagens do novo vendedor anexadas e uma frase escrita a mão:
"A partí de oje nois tudo vamo fazê feito o Nirso. Si priocupá menos com eças frescura di iscrevê serto i maiz in vendê! Acinado: O Prizidenti".
"Seo Gomis, o criente de belzonte pidiu mais cuatrucenta pessa. Faz favor toma as providenssa . Abrasso, Nirso"
Uma hora depois chega outro fax:
"Seo Gomis, os relatorio di venda vai xega atrazado proque to fexando umas venda. Temo que mandá treiz miu pessa. Amanha to xegando. Abrasso, Nirso"
E no dia seguinte:
"Seo Gomis, num xeguei pucausa de que vendi maiz deis miu em Beraba. To indo pra Brazilha. Abrasso, Nirso"
Algumas horas mais tarde:
"Seo Gomis, Brazilha fexo 20 miu. Vo pra Frolinoplis e de lá pra Sum Paulo no vinhão das cete hora. Abrasso, Nirso".
E assim foi o mês inteiro. Muito preocupado com a imagem da empresa o gerente levou todas as mensagens que recebeu do vendedor ao presidente.
— Pode deixar que eu tomarei as providências devidas! — disse o presidente ao gerente.
Uma semana depois tinha um aviso no mural da empresa com todas as mensagens do novo vendedor anexadas e uma frase escrita a mão:
"A partí de oje nois tudo vamo fazê feito o Nirso. Si priocupá menos com eças frescura di iscrevê serto i maiz in vendê! Acinado: O Prizidenti".
sábado, 4 de dezembro de 2010
O Neurônio Solitário
No cérebro de um homem, dois neurônios se encontram:
— Puxa, que satisfação te encontrar — diz o primeiro.
— Ué, o que você está fazendo aqui? — pergunta o segundo.
— Eu? Eu moro aqui, uai (era um neurônio mineiro)! Moro aqui, desde que nasci, sozinho! E você?
— Eu só estou dando uma passeada! Mas porque você não vai morar com os outros neurônios? É só descer essa veia do pescoço e seguir as placas em direção ao pênis... Todo mundo fica ali.
— Puxa, que satisfação te encontrar — diz o primeiro.
— Ué, o que você está fazendo aqui? — pergunta o segundo.
— Eu? Eu moro aqui, uai (era um neurônio mineiro)! Moro aqui, desde que nasci, sozinho! E você?
— Eu só estou dando uma passeada! Mas porque você não vai morar com os outros neurônios? É só descer essa veia do pescoço e seguir as placas em direção ao pênis... Todo mundo fica ali.
Assalto à Baiana
Quatro baianos acabam de assaltar um banco e chegam ao esconderijo. O mais ansioso deles pergunta ao chefe da quadrilha:
— E aí? Vamô contar o dinheiro, meu rei?
— Och! Pra que todo esse trabalhão? — disse o chefe.
— Vamos esperar o noticiário da TV pra saber!
— E aí? Vamô contar o dinheiro, meu rei?
— Och! Pra que todo esse trabalhão? — disse o chefe.
— Vamos esperar o noticiário da TV pra saber!
O Ex-peão
No funeral de um peão de obra, um sujeito, desconhecido da família, chorava copiosamente.
De repente a viúva se aproxima dele e pergunta:
— Desculpe, moço. O João era seu amigo?
— Amigo? João era como um irmão pra mim! Ele me adorava.
A ex-mulher de João abraçou o moço, que prosseguiu:
— As últimas palavras do João foram ditas pra mim...
— É mesmo? — perguntou ela, curiosa. — E quais foram essas palavras?
— Me lembro como se fosse hoje, ele disse: "Jorge, não mexe no andaimeeeeeeeeee..."
De repente a viúva se aproxima dele e pergunta:
— Desculpe, moço. O João era seu amigo?
— Amigo? João era como um irmão pra mim! Ele me adorava.
A ex-mulher de João abraçou o moço, que prosseguiu:
— As últimas palavras do João foram ditas pra mim...
— É mesmo? — perguntou ela, curiosa. — E quais foram essas palavras?
— Me lembro como se fosse hoje, ele disse: "Jorge, não mexe no andaimeeeeeeeeee..."
Sabedoria Chinesa
Um homem estava colocando flores em um túmulo, quando viu em frente, um chinês colocando arroz em cima de outro túmulo.
Ele não agüentou de curiosidade e comentou:
— Meu amigo, se liga! Quando é que o falecido vai vir para comer esse arroz?
— No mesmo dia que esse seu parente morto vier cheirar as flores.
Ele não agüentou de curiosidade e comentou:
— Meu amigo, se liga! Quando é que o falecido vai vir para comer esse arroz?
— No mesmo dia que esse seu parente morto vier cheirar as flores.
Loira no Avião
No avião a loira (tinha que ser) reclama para a aeromoça:
— Eu não posso sentar naquele lugar de jeito nenhum! Quero trocar...
— Mas senhorita, o lugar me parece muito bom! — interrompe a aeromoça.
— Você não entende! Não posso sentar na janela...
— A senhorita tem algum motivo especial? Náuseas? Medo de altura?
— Tenho um problema muito mais grave: eu acabei de voltar do cabeleireiro e se eu sentar na janela vou desmanchar todo o meu penteado!
— Eu não posso sentar naquele lugar de jeito nenhum! Quero trocar...
— Mas senhorita, o lugar me parece muito bom! — interrompe a aeromoça.
— Você não entende! Não posso sentar na janela...
— A senhorita tem algum motivo especial? Náuseas? Medo de altura?
— Tenho um problema muito mais grave: eu acabei de voltar do cabeleireiro e se eu sentar na janela vou desmanchar todo o meu penteado!
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Sexo Explícito
Aquele casal de velhinhos:
— Véio! — berra a velhinha. — Venha ver que indecência! Sexo explícito na TV!
E o velho:
— Deixa de ser tonta, mulher! Bota os seus óculos... É só o Lula lá em Caruaru comendo uma banana!
— Véio! — berra a velhinha. — Venha ver que indecência! Sexo explícito na TV!
E o velho:
— Deixa de ser tonta, mulher! Bota os seus óculos... É só o Lula lá em Caruaru comendo uma banana!
Os Reis do Gado
Dois amigos fazendeiros se encontram depois de muito tempo e, a certa altura da conversa, o primeiro pergunta:
— E aí, Durval? Com quantos alqueires está a sua fazenda?
— Já tá com quase cem alqueires e a sua?
— Só pra você ter uma idéia, pela manhã eu saio de casa, ligo meu Jeep e ao meio-dia ainda não percorri nem a metade da minha propriedade.
— Entendo... Eu também já tive um carro desses! É uma merda...
— E aí, Durval? Com quantos alqueires está a sua fazenda?
— Já tá com quase cem alqueires e a sua?
— Só pra você ter uma idéia, pela manhã eu saio de casa, ligo meu Jeep e ao meio-dia ainda não percorri nem a metade da minha propriedade.
— Entendo... Eu também já tive um carro desses! É uma merda...
Energia Desperdiçada
Na aula de física:
— Joãozinho, me dê um exemplo de energia desperdiçada!
E o garoto responde:
— Contar uma história de arrepiar os cabelos pra um careca!
— Joãozinho, me dê um exemplo de energia desperdiçada!
E o garoto responde:
— Contar uma história de arrepiar os cabelos pra um careca!
Loucuras Sexuais
O marido reclama para a mulher:
— Sandra! Por que você não me faz mais aquelas loucuras sexuais que você fazia antes do casamento, hein? Aquelas posições loucas, aquelas coisas inacreditáveis...
E ela se defende:
— Você já ouviu falar de algum pescador que continue a dar isca para o peixe depois de ter conseguido pescá-lo?
— Sandra! Por que você não me faz mais aquelas loucuras sexuais que você fazia antes do casamento, hein? Aquelas posições loucas, aquelas coisas inacreditáveis...
E ela se defende:
— Você já ouviu falar de algum pescador que continue a dar isca para o peixe depois de ter conseguido pescá-lo?
Nomes Floridos
Conversando com a professora, Joãozinho começa a falar da sua família:
— Fessora! Sabia que todas as minhas irmãs têm nome de flor?
— É mesmo, Joãozinho? — diz ela, animada. — Que bonito! E quantas irmãs você tem?
— Ah, professora... Tenho tantas que nem sei!
— Nossa! E quem escolheu esses nomes de flores? A sua mãe?
— É! Ela também tem um nome de planta!
— Não diga! Como ela se chama?
— Trepadeira, fessora!
— Fessora! Sabia que todas as minhas irmãs têm nome de flor?
— É mesmo, Joãozinho? — diz ela, animada. — Que bonito! E quantas irmãs você tem?
— Ah, professora... Tenho tantas que nem sei!
— Nossa! E quem escolheu esses nomes de flores? A sua mãe?
— É! Ela também tem um nome de planta!
— Não diga! Como ela se chama?
— Trepadeira, fessora!
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Conversa entre duas mortas
- Morri congelada.
- Ai que horror!!! Deve ter sido horrível! Como é morrer congelada?
- Bom, no começo é muito ruim: primeiro são os arrepios, depois as dores nos dedos das mãos e dos pés, tudo congelando.
- Mas, depois veio um sono muito forte e eu perdi a consciência.
- E você, como morreu?
- Eu?
- Morri de ataque cardíaco.
- Eu estava desconfiada que meu marido estivesse me traindo. Então, um dia cheguei em casa mais cedo, corri até ao quarto e ele estava na cama, calmamente assistindo televisão.
- Ainda desconfiada, corri até o porão para ver se encontrava alguma mulher escondida, mas não encontrei ninguém.
- Depois, corri até o segundo andar, mas também não vi ninguém.
- Então, subi até o sótão e, ao subir as escadas, esbaforida, tive um ataque cardíaco e caí morta.
- Puxa, que pena...
- Se você tivesse procurado no freezer, nós duas estaríamos vivas!
- Ai que horror!!! Deve ter sido horrível! Como é morrer congelada?
- Bom, no começo é muito ruim: primeiro são os arrepios, depois as dores nos dedos das mãos e dos pés, tudo congelando.
- Mas, depois veio um sono muito forte e eu perdi a consciência.
- E você, como morreu?
- Eu?
- Morri de ataque cardíaco.
- Eu estava desconfiada que meu marido estivesse me traindo. Então, um dia cheguei em casa mais cedo, corri até ao quarto e ele estava na cama, calmamente assistindo televisão.
- Ainda desconfiada, corri até o porão para ver se encontrava alguma mulher escondida, mas não encontrei ninguém.
- Depois, corri até o segundo andar, mas também não vi ninguém.
- Então, subi até o sótão e, ao subir as escadas, esbaforida, tive um ataque cardíaco e caí morta.
- Puxa, que pena...
- Se você tivesse procurado no freezer, nós duas estaríamos vivas!
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