sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Rico - Valeperaibano – SP

Ronaldo - Jornal do Commercio – PE

Samuca - Diário de Pernambuco – PE

Neve

Uma mulher viaja de férias para o Nordeste e lá conhece um negro muito bonito. Os dois começam a conversar, surge uma paixão irresistível e acabam transando. Depois da transa, ela pergunta o nome dele, mas ele se nega a dizer, alegando que ela vai rir quando souber.
Essa paixão prossegue durante 15 dias. Na véspera do embarque de volta, a mulher insiste para que ele revele seu nome e ele finalmente cede:
Meu nome é Neve.
Ouvindo isso, a mulher começa a gargalhar e o negro diz:
Está vendo? Você é igual às outras. Está zombando de mim.
Não, não... eu estou rindo da cara do meu marido, quando eu disser que peguei 20cm de Neve todos os dias no Nordeste.

Sinfrônio - Diário do Nordeste – CE

Sinovaldo - Jornal NH – RS

Solda - O Estado do Paraná – PR

Joãozinho Unabomber

O garoto disse pra sua mãe:
— Mãe, eu joguei uma bomba na mesa da professora.
A mãe gritou com ele:
— Você está louco? Volta e pede desculpa pra sua professora.
— Mas mãe, que professora?!

Sponholz - Jornal da Manhã – PR

Waldez - Amazônia Jornal – PA

Xalberto – A Charge Online

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Aroeira – O Dia – RJ

Bello - Tribuna de Minas – MG

Cerino - A Charge Online

Não acredito

O cara passou o dia pescando e bebendo, mas só pegou meia dúzia de peixinhos. Quando estava voltando viu um espantalho com os braços abertos e, chumbado, gritou:
- Não me venha com essa! Duvido que você tenha pegado um peixe desse tamanho!!!

Clayton - O Povo – CE

Duke - O Tempo – MG

Edra – Diário de Caratinga - MG

Caminhoneiro galante

Um caminhoneiro galante foi expulso, a pedradas, de uma cidadezinha pacata e conservadora, do interior, porque se recusou a apagar do pára-choque a frase: "Só quero a mulher alheia”.
Quando precisou voltar a circular na mesma cidade, precavido, mas disposto a manter sua fama, exibia a seguinte frase no seu pára-choque:
"Continuo querendo”.

Elvis - Amazonas em Tempo - AM

Humberto - Jornal do Commercio – PE

J. Bosco - O Liberal – PA

Medo de Jogar

Em um disputado jogo de pôquer, Almeida aposta todo dinheiro que tem e perde.
Aposta a carteira e perde. Aposta o carro e perde. Então ele não vê outra opção:
— Eu aposto minha mulher!
Os outros jogadores ficam espantados e o melhor amigo do Almeida desiste do jogo.
— Ahá! — grita Almeida pra ele — Está com medo de perder, né?
— Eu não! — responde o amigo — Estou com medo é de ganhar!

Jorge Braga - O Popular – GO

Leandro – Diário de Guarulhos - SP

Nani – A Charge Online

Parentes Distantes

Dois conhecidos se encontram depois de muito tempo:
— O senhor é parente do Sr. Francisco, não é?
— Sou, mas um parente um pouco afastado...
— Então o que ele é do senhor?
— É meu irmão.
— E chama a isso parente afastado?
— É que, entre nós, há mais 13 irmãos!

Paixão - Gazeta do Povo – PR

Pater - A Tribuna – ES

Sinfrônio - Diário do Nordeste – CE

Moça furada

Em uma destas cidades do sertão, um senhor, após enviuvar, arranjou uma namorada. Toda a cidade comentava sobre a má fama da moça.
Então, um amigo do viúvo lhe disse:
- Olha, tá todo mundo dizendo que esta moça já é furada.
Enfurecido, o viúvo responde:
- Eu quero assim mesmo. É pra casar, e não para carregar água.

Solda - O Estado do Paraná – PR

Tiago Recchia - Gazeta do Povo – PR

Xalberto – A Charge Online

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Amarildo - A Gazeta – ES

Aroeira – O Dia – RJ

Bello - Tribuna de Minas – MG

Julgamento difícil

Na Idade Média, em um reino muito distante, um presidiário condenado a 20 anos de prisão, após cumprir metade da pena, foi intimado a passar por outro julgamento muito difícil, onde poderia ser decidido sua liberdade, ou continuar preso até o fim da pena. Ele foi solto por três dias, pois tinha que arranjar alguém do povo, para representá-lo no tribunal, já que nenhum advogado estava disposto a se submeter a esta modalidade de julgamento, que seria muito difícil, seria todo feito por mímicas. Então o presidiário, saiu pela cidade procurando um representante, mas ninguém quis aceitar, todos tinham medo dos sacerdotes e juízes do rei.
No final do terceiro dia, o presidiário ainda não tinha arrumado ninguém para representá-lo, já prevendo que teria que passar mais 10 anos na cadeia, sem nenhuma chance de conseguir a liberdade antecipada; até que viu sentado no chão um bêbado, e já não tendo mais a quem recorrer, perguntou se o bêbado gostaria de representá-lo, prometeu muitas garrafas de mé para ele, se conseguisse vencer no julgamento.
O bêbado achando que não tinha nada a perder, aceitou o desafio e foi junto com o presidiário direto para o tribunal.
Começou a sessão, o juiz mostrou para o bêbado uma maçã.
O bêbado catou o seu saco, revirou, revirou e achou um pão velho, e mostrou para o juiz.
Depois o juiz mostrou um dedo para o bêbado.
E o bêbado mostrou dois dedos para o juiz.
E o juiz mostrou três dedos para o bêbado.
E então o bêbado levantou o braço e mexeu todos os dedos da mão.
O juiz falou:
- Para mim chega, a sessão está encerrada. E o senhor está em liberdade, o seu amigo aqui, conseguiu te representar muito bem.
Depois que os dois saíram do tribunal, os assessores do juiz não entenderam nada, do que tinha acontecido naquela sala e perguntaram:
-Mas como ele conseguiu te vencer?
- Eu mostrei a maçã, que é a perdição do homem. Aí ele me mostrou o pão, que é a salvação do homem. Aí eu mostrei um dedo, dizendo: Deus é Pai. E ele me mostrou dois dedos, querendo dizer: Deus é Pai, e Filho. Então eu mostrei três dedos, dizendo que Deus é Pai, Filho e Espírito Santo. E assim ele levantou o braço e chacoalhou os dedos dizendo que Deus é Pai, Filho e Espírito Santo unidos em uma só pessoa.
Lá fora o ex-presidiário, não entendendo nada pergunta ao bêbado:
- Como foi que você conseguiu?
- Bom foi muito fácil. Eu cheguei lá e ele disse que ia tacar a maçã em mim. Então eu revirei meu saco, e achei um pão véio, dizendo que se ele tacasse a maçã em mim, que eu tacava o pão nele. Aí ele disse que ia enfiar um dedo em mim, e eu respondi que se ele enfiasse um dedo em mim, que eu enfiava dois dedos nele. Depois ele disse que enfiava três dedos em mim, então eu respondi dizendo que se ele enfiasse três dedos em mim, que eu enfiava o braço todo nele, e ainda dava uma chacoalhada.

Bruno - Valeparaibano – SP

Clayton - O Povo – CE

Duke - O Tempo – MG

A Cerca

Um touro chamado bago bagulho vê uma vaca do outro lado da cerca e atravessa com dificuldade, chegando lá diz:
- Oi, qual é seu nome?
E a vaquinha diz:
- É Florisbela, mas pode me chamar de bela que as flores ficaram todas no campo, e qual é o seu?
- Bago bagulho, mas pode me chamar de bagulho que os bagos ficaram tudo lá na cerca!!!

Eder – A Charge Online

Miguel - Jornal do Commercio – PE

Nani – A Charge Online

Mineiro em New York

Um mineirinho bom de cama, passando por New York, pega uma americana e parte para os finalmente.
Durante a relação, a americana fica louca e começa a gritar:
- “Once more, once more, once more”.
E o mineirinho responde aflito:
- Beozonte, Beozonte, Beozonte, uai.

Novaes – A Charge Online

Paixão - Gazeta do Povo – PR

Pater - A Tribuna – ES

(Dis)curso de Memória

Discurso ouvido no encerramento de um Curso de Memória:
— Senhoras e Senhores, em nome de toda a nossa equipe gostaria de agradecê-los pela presença e ressaltar que, se precisarem de mais alguma informação, por favor nos contate através do telefone 5560-7832. Repetindo: 5605-7390. Muito obrigado e até a próxima!
Depois de uma pausa de cinco segundos:
— Ah! Só um minuto por favor, eu já ia esquecendo de dar o nosso telefone de contato...

Simch - A Charge Online

Sinfrônio - Diário do Nordeste – CE

Solda - O Estado do Paraná – PR

Futebol sem bola

Os loucos resolveram jogar uma partida de futebol. Detalhe: sem bola.
Ficaram correndo, chutando e comemorando os gols durante horas, mas um deles se recusou a participar do jogo. Isso chamou a atenção do diretor do hospício, que foi falar com ele:
- Ei, rapaz. Por que você não vai jogar futebol com os seus amigos?
- Eu não! - respondeu ele - Não sou louco!
Sensibilizado com a resposta, o diretor resolveu dar alta para o rapaz. Com certeza ele não estava louco.
Depois que o louco são foi para casa, o diretor voltou até o pátio para falar com os internos:
- E aí, quanto está o jogo?
- Cinco a zero pra geeeeente! - gritou um louco.
- E o amigo de vocês, não quis participar do jogo por quê?
- Ah, ele disse que não joga com bola murcha!

Tiago Recchia - Gazeta do Povo – PR

Xalberto – A Charge Online

Zerramos – A Charge Online

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Amorim - Correio do Povo – RS

Benett - Gazeta do Povo - PR

Clayton - O Povo – CE

Tarados no Trem

Dentro de uma cabine de um trem estão três homens e uma garota de fechar o comércio. Eles conversam, e rapidamente o tema fica francamente erótico. Aí a garota propõe:
- Se cada um de vocês me der 10 reais eu mostro minhas coxas.
Imediatamente os homens tiram 10 reais da carteira e lhe dão. Ela levanta a saia e mostra as coxas nuas. Em seguida ela faz uma nova proposta:
- Se cada um de vocês me der 50 reais, eu mostro minha bunda.
Os homens estão todos excitados, e topam imediatamente. A garota levanta a saia e vira-se para mostrar a bunda. A garota continua:
- Agora, se cada um de vocês me der mais 100 reais, eu mostro onde fiz uma cesária.
Imediatamente os homens lhe entregam o dinheiro. Então a garota aponta para um prédio pelo qual o trem esta passando e diz:
- Ali, naquele hospital!

Duke - O Tempo – MG

Elvis - Amazonas em Tempo - AM