terça-feira, 23 de agosto de 2011
In...Farto de Tudo
O casal adorava passear de barco. Todos os finais de semana, iam para a praia, alugavam um barco e passavam o dia todo em alto mar.
Um dia, o sujeito começa a pensar na possibilidade de acontecer algum acidente e resolve treinar a mulher.
— Querida, vamos fingir que estou tendo um infarto. Você pega o leme e vê se consegue levar o barco de volta até o porto.
O sujeito deita-se no convés e, para sua surpresa, a mulher consegue manobrar o barco e pilotá-lo direitinho até chegarem em terra firme.
Naquela mesma noite, chegam em casa, o marido liga a TV e se estatela no sofá.
— Querido — sugere a mulher. — Vamos fingir que estou tendo um infarto. Vá até a cozinha e veja se você consegue preparar o jantar!
Um dia, o sujeito começa a pensar na possibilidade de acontecer algum acidente e resolve treinar a mulher.
— Querida, vamos fingir que estou tendo um infarto. Você pega o leme e vê se consegue levar o barco de volta até o porto.
O sujeito deita-se no convés e, para sua surpresa, a mulher consegue manobrar o barco e pilotá-lo direitinho até chegarem em terra firme.
Naquela mesma noite, chegam em casa, o marido liga a TV e se estatela no sofá.
— Querido — sugere a mulher. — Vamos fingir que estou tendo um infarto. Vá até a cozinha e veja se você consegue preparar o jantar!
Pescaria no Interior
De viagem no interior, o paulista vê um grande lago e tem a brilhante idéia de fazer uma pescaria.
— Esse lago é propriedade de alguém? — pergunta ele a um caipira que está passando.
— Não sinhô. É prúbico!
— Então é crime tirar alguns peixes dele?
— Crime num é não sinhô... É milagre!
— Esse lago é propriedade de alguém? — pergunta ele a um caipira que está passando.
— Não sinhô. É prúbico!
— Então é crime tirar alguns peixes dele?
— Crime num é não sinhô... É milagre!
Turco Safadinho
Um dia, Salim contrata uma empregada para as atividades do lar, mas a mulher era muito boa e sempre que tomava banho, deixava a porta aberta.
-Um dia, com a bela mulher no banho, Salim resolve espiar, e a safadinha acaba gostando, Salim fala:
- Empregada gostosinha né?
- Éeee muito.
- Você gosta de passar o sabão no corpinho né?
- Sim, muito sabão.
- Você gosta de Fuder né?
- Sim, eu gosto de fuder...
- Então vai fuder outro que a sabonete é Minha!
-Um dia, com a bela mulher no banho, Salim resolve espiar, e a safadinha acaba gostando, Salim fala:
- Empregada gostosinha né?
- Éeee muito.
- Você gosta de passar o sabão no corpinho né?
- Sim, muito sabão.
- Você gosta de Fuder né?
- Sim, eu gosto de fuder...
- Então vai fuder outro que a sabonete é Minha!
Vizinha
Mendigo:
- Madame, sua vizinha me deu um pedaço de torta feita por ela. A senhora poderia me dar alguma coisa!
Madame:
-Sinto muito, mas estou sem Sonrisal!
- Madame, sua vizinha me deu um pedaço de torta feita por ela. A senhora poderia me dar alguma coisa!
Madame:
-Sinto muito, mas estou sem Sonrisal!
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Pelo Celular
Um grupo de homens está na sauna quando o celular começa a tocar:
— Alô!
— Querido?
— Sim, querida.
— Está na sauna?
— Estou.
— Sabe o que é? Estou em frente a uma loja de roupas com um casaco de vison magnífico, lindo! Posso comprá-lo?
— Quanto custa o vison?
— Só custa três mil reais.
— Bom, está bem. Pode comprar.
— Ah, que ótimo! Outra coisa. Acabei de passar na concessionária Mercedes e vi o último modelo que eles lançaram. É fantástico! Falei com o vendedor e ele disse que pode fazer um preço camarada...
— Quanto é o preço camarada?
— Meu amor, são só 60 mil reais!
— Bom, estamos com dinheiro nesse momento, então ok. Mas por esse preço quero com todos os opcionais, hein?
— Pode deixar! Olha, antes de desligar só mais uma coisa.
— O quê?
— Hoje de manhã, passei em frente a imobiliária e reparei que aquela casa que vimos no ano passado está à venda. Lembra? Aquela com piscina, jardim e churrasqueira, completamente isolada, em frente àquela praia magnífica?
— E quanto é que ela custa?
— Meu querido, só custa 450 mil reais!
— Bom, pode comprar, mas pague no máximo, 420 mil.
— Está bem, meu amor. Obrigada. Então até logo.
— Até logo, amor.
Ele desliga o telefone e pergunta aos outros:
— Será que alguém sabe de quem é este celular?
— Alô!
— Querido?
— Sim, querida.
— Está na sauna?
— Estou.
— Sabe o que é? Estou em frente a uma loja de roupas com um casaco de vison magnífico, lindo! Posso comprá-lo?
— Quanto custa o vison?
— Só custa três mil reais.
— Bom, está bem. Pode comprar.
— Ah, que ótimo! Outra coisa. Acabei de passar na concessionária Mercedes e vi o último modelo que eles lançaram. É fantástico! Falei com o vendedor e ele disse que pode fazer um preço camarada...
— Quanto é o preço camarada?
— Meu amor, são só 60 mil reais!
— Bom, estamos com dinheiro nesse momento, então ok. Mas por esse preço quero com todos os opcionais, hein?
— Pode deixar! Olha, antes de desligar só mais uma coisa.
— O quê?
— Hoje de manhã, passei em frente a imobiliária e reparei que aquela casa que vimos no ano passado está à venda. Lembra? Aquela com piscina, jardim e churrasqueira, completamente isolada, em frente àquela praia magnífica?
— E quanto é que ela custa?
— Meu querido, só custa 450 mil reais!
— Bom, pode comprar, mas pague no máximo, 420 mil.
— Está bem, meu amor. Obrigada. Então até logo.
— Até logo, amor.
Ele desliga o telefone e pergunta aos outros:
— Será que alguém sabe de quem é este celular?
O Japonês e o Boyzinho
Um boyzinho andava na estrada com a sua Ferrari novinha quando de repente um motoqueiro japonês o ultrapassou e gritou:
— Conhece moto Kawasaki?
Furioso, o boyzinho acelera mais e ultrapassa o japonês.
De repente o japonês começa a crescer no retrovisor. Quando ele está bem ao lado do boyzinho, grita:
— Conhece moto Kawasaki?
E o ultrapassa.
O boyzinho pisa fundo, faz as curvas sem frear e quando está alcançando o japonês, este perde o controle da moto e sai rolando pelo chão.
Desesperado, o boyzinho pára o carro e vai ver o que aconteceu com o japona.
Quando chega ao encontro do japonês ele está quase inconsciente e balbucia:
— Conhece moto Kawasaki?
— Conheço! — responde o boyzinho, constrangido — Mas isso não é hora pra brincadeiras, cara!
— Não é b-brincadeira... Eu só queria... Que você me dissesse... Onde fica o freio!
— Conhece moto Kawasaki?
Furioso, o boyzinho acelera mais e ultrapassa o japonês.
De repente o japonês começa a crescer no retrovisor. Quando ele está bem ao lado do boyzinho, grita:
— Conhece moto Kawasaki?
E o ultrapassa.
O boyzinho pisa fundo, faz as curvas sem frear e quando está alcançando o japonês, este perde o controle da moto e sai rolando pelo chão.
Desesperado, o boyzinho pára o carro e vai ver o que aconteceu com o japona.
Quando chega ao encontro do japonês ele está quase inconsciente e balbucia:
— Conhece moto Kawasaki?
— Conheço! — responde o boyzinho, constrangido — Mas isso não é hora pra brincadeiras, cara!
— Não é b-brincadeira... Eu só queria... Que você me dissesse... Onde fica o freio!
Relógio Baiano
A mãe do baiano vai viajar pro exterior e pergunta ao filho:
- Quer que mãinha lhe traga alguma coisa da viagem, meu dengo?
- Ô, minha mãe... Por favor, me traga um relógio que diz as horas.
- Ué, meu cheiro... E o seu, não diz não?
- Diz não, mãinha... Eu tenho de olhar nele pra saber...
- Quer que mãinha lhe traga alguma coisa da viagem, meu dengo?
- Ô, minha mãe... Por favor, me traga um relógio que diz as horas.
- Ué, meu cheiro... E o seu, não diz não?
- Diz não, mãinha... Eu tenho de olhar nele pra saber...
Tentativa Frustrada
Num clube tradicional, um recém-associado se aproxima de um senhor, tentando começar uma amizade e diz, educamente:
— O senhor aceita um cigarro?
— Não, obrigado! Fumei uma única vez e já foi o bastante!
— E se fôssemos tomar um uísque?
— Não, não... Obrigado! Eu bebi só uma vez na vida e já foi o suficiente.
— Já viu o jornal de hoje? Eu poderia emprestar o meu...
— Muito obrigado, mas uma única vez que li o jornal percebi que poderia dispensá-lo da minha vida também.
Depois de longos minutos de silêncio, o velho nobre dirige-se ao rapaz:
— O senhor é muito gentil e simpático. Acredito que poderei lhe apresentar a minha filha.
E o rapaz:
— Sua única filha, suponho...
— O senhor aceita um cigarro?
— Não, obrigado! Fumei uma única vez e já foi o bastante!
— E se fôssemos tomar um uísque?
— Não, não... Obrigado! Eu bebi só uma vez na vida e já foi o suficiente.
— Já viu o jornal de hoje? Eu poderia emprestar o meu...
— Muito obrigado, mas uma única vez que li o jornal percebi que poderia dispensá-lo da minha vida também.
Depois de longos minutos de silêncio, o velho nobre dirige-se ao rapaz:
— O senhor é muito gentil e simpático. Acredito que poderei lhe apresentar a minha filha.
E o rapaz:
— Sua única filha, suponho...
Elementar meu Caro Watson
Sherlock Holmes e o Dr. Watson estão acampados em plena selva. Holmes acorda no meio da noite, agitado.
— WATSON! — grita ele.
O bom e prestativo Watson desperta, assustado.
— O que foi, Holmes?
— Olhe para o céu e diga-me o que você vê!
Watson esfrega os olhos, sonolento:
— Vejo milhões de estrelas, Holmes.
— E o que você deduz disso?
— Bem, do ponto-de-vista astronômico, que há milhões de galáxias e potencialmente bilhões de planetas. Do ponto-de-vista teológico, que Deus e Seu Universo são infinitos; e, do ponto-de-vista meteorológico, que teremos um dia lindo amanhã.
Watson faz uma pequena pausa e vira-se para Holmes:
— E você, o que deduz disso?
Sherlock acende o cachimbo, dá uma longa baforada e responde.
— Elementar, meu caro: roubaram a nossa barraca.
— WATSON! — grita ele.
O bom e prestativo Watson desperta, assustado.
— O que foi, Holmes?
— Olhe para o céu e diga-me o que você vê!
Watson esfrega os olhos, sonolento:
— Vejo milhões de estrelas, Holmes.
— E o que você deduz disso?
— Bem, do ponto-de-vista astronômico, que há milhões de galáxias e potencialmente bilhões de planetas. Do ponto-de-vista teológico, que Deus e Seu Universo são infinitos; e, do ponto-de-vista meteorológico, que teremos um dia lindo amanhã.
Watson faz uma pequena pausa e vira-se para Holmes:
— E você, o que deduz disso?
Sherlock acende o cachimbo, dá uma longa baforada e responde.
— Elementar, meu caro: roubaram a nossa barraca.
domingo, 21 de agosto de 2011
Ingenuidade
Aquele garanhão, depois de aprontar poucas e boas, resolve se casar, mas tinha que ser com uma virgem.
Numa cidade do interior, conhece uma moça muito religiosa, ingênua e recatada, apaixona-se e logo os dois vão para o altar.
Na noite de núpcias, ele toma aquele banho, barbeia-se esmeradamente, perfuma-se, veste o roupão para não chocar a moça e com um sorriso de colecionador de cabaços, abre a porta do banheiro.
Dá de cara com a moça deitada na cama, nua, de pernas abertas.
Surpreso, ele comenta:
— Mas querida! Eu imaginava te encontrar ajoelhada ao pé da cama e...
E ela, interrompendo:
— Se você quiser assim, tudo bem! Mas já vou avisando... Esta posição é uma merda!
Numa cidade do interior, conhece uma moça muito religiosa, ingênua e recatada, apaixona-se e logo os dois vão para o altar.
Na noite de núpcias, ele toma aquele banho, barbeia-se esmeradamente, perfuma-se, veste o roupão para não chocar a moça e com um sorriso de colecionador de cabaços, abre a porta do banheiro.
Dá de cara com a moça deitada na cama, nua, de pernas abertas.
Surpreso, ele comenta:
— Mas querida! Eu imaginava te encontrar ajoelhada ao pé da cama e...
E ela, interrompendo:
— Se você quiser assim, tudo bem! Mas já vou avisando... Esta posição é uma merda!
Morte Trágica
Dois caipiras se encontram.
— Ocê soube que o Belarmino morreu? — pergunta o primeiro.
— Uai, morreu de quê?
— Catarata!
— Catarata? Ah, mas que eu saiba catarata não mata!
— É... Mas empurraram ele!
— Ocê soube que o Belarmino morreu? — pergunta o primeiro.
— Uai, morreu de quê?
— Catarata!
— Catarata? Ah, mas que eu saiba catarata não mata!
— É... Mas empurraram ele!
Cirurgia no Caipira
O caipira está no hospital, deitado na maca, esperando a chegada do cirurgião.
Depois de algumas horas ele chega e pergunta:
— O senhor tem preferência de anestésico?
E o caipira:
— Óia, dotô... Num sei não! O enfermeiro me garantiu que era úlcera no estombo!
Depois de algumas horas ele chega e pergunta:
— O senhor tem preferência de anestésico?
E o caipira:
— Óia, dotô... Num sei não! O enfermeiro me garantiu que era úlcera no estombo!
Brechó
Mendigo, segurando na mão um casaco usado, mas em bom estado, para o dono do brechó:
- Quando o senhor diria que vale este casaco?
O dono querendo enrolar o mendigo:
- Não mais do que 5 reais!
- Aqui estão os cinco reais. Eu peguei este casaco na entrada da sua loja e pensei que devia custar uns 20 ou 30 reis!
- Quando o senhor diria que vale este casaco?
O dono querendo enrolar o mendigo:
- Não mais do que 5 reais!
- Aqui estão os cinco reais. Eu peguei este casaco na entrada da sua loja e pensei que devia custar uns 20 ou 30 reis!
No Velório
Um bêbado foi ao velório de um amigo que morreu afogado. Encosta no caixão e diz emocionado:
— Eu num te disse! Num te disse que fazia mal ficar tomando muita água!
— Eu num te disse! Num te disse que fazia mal ficar tomando muita água!
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