sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Uísque Paraguaio
Polonês de Vista Boa
Um imigrante polonês está fazendo exame de vista para obter carteira de motorista. Num dado momento, o examinador lhe mostra um cartão com as seguintes letras: C Z J W I - N O S T A C Z
O médico pergunta:
- O senhor por acaso consegue ler isso?
E o polonês:
- Se eu consigo ler? É lógico que eu consigo! Inclusive, eu conheço esse sujeito.
O médico pergunta:
- O senhor por acaso consegue ler isso?
E o polonês:
- Se eu consigo ler? É lógico que eu consigo! Inclusive, eu conheço esse sujeito.
Festa de arromba
Desconfiado de que a sua festa estava cheia de penetras, a certa altura da noite o anfitrião sobe numa cadeira e grita:
- Quem é convidado da noiva, por favor, para o lado direito!
Metade dos convidados se aloja do lado direito do sujeito.
- Agora, quem é convidado do noivo, por favor, fiquem ao meu lado esquerdo!
Um monte de gente se juntou do lado esquerdo do sujeito.
- E agora, tratem de cair fora as pessoas dos dois lados! Cambada de vagabundos, isso aqui é uma festa de aniversário!
- Quem é convidado da noiva, por favor, para o lado direito!
Metade dos convidados se aloja do lado direito do sujeito.
- Agora, quem é convidado do noivo, por favor, fiquem ao meu lado esquerdo!
Um monte de gente se juntou do lado esquerdo do sujeito.
- E agora, tratem de cair fora as pessoas dos dois lados! Cambada de vagabundos, isso aqui é uma festa de aniversário!
Divisão de Bens
A moça morava com um sujeito que além de muito grosso, chegava bêbado todos os dias, batia nela e ainda lhe pedia dinheiro emprestado para gastar nos bares.
Um belo dia ela acaba ganhando sozinha na Mega-sena acumulada e a primeira coisa que faz é se livrar no canalha.
Mas o sujeito não se conforma e vai até a delegacia reclamar os seus direitos.
Após ouvir sua história, o delegado olha bem para a cara do salafrário e sentencia:
- Mas você é um tremendo cara-de-pau, hein? É claro que você não tem direito a nada... Nem casado com a moça você é...
- Mas doutor, eu ajudei ela a ganhar a grana!
- Ajudou? Como?
- O senhor não concorda que para ganhar na Mega-sena sozinha a pessoa tem que ter um cu desse tamanho?
- Sim...
- Pois então... Tá aí a minha colaboração, doutor!
Um belo dia ela acaba ganhando sozinha na Mega-sena acumulada e a primeira coisa que faz é se livrar no canalha.
Mas o sujeito não se conforma e vai até a delegacia reclamar os seus direitos.
Após ouvir sua história, o delegado olha bem para a cara do salafrário e sentencia:
- Mas você é um tremendo cara-de-pau, hein? É claro que você não tem direito a nada... Nem casado com a moça você é...
- Mas doutor, eu ajudei ela a ganhar a grana!
- Ajudou? Como?
- O senhor não concorda que para ganhar na Mega-sena sozinha a pessoa tem que ter um cu desse tamanho?
- Sim...
- Pois então... Tá aí a minha colaboração, doutor!
Caixinha Surpresa
O casal já estava casado há um tempão e durante esses anos a mulher manteve uma caixinha escondida do marido.
No dia que eles completaram 50 anos de casados, o marido finalmente conseguiu convencer a mulher a abrir a caixa.
Para sua surpresa, havia 50 mil dólares e três grãos de milho.
- O que significa isso? - perguntou o marido, surpreso.
- É que cada vez que eu te traí, eu coloquei um grão de milho na caixinha.
O marido ficou super chateado, mas depois pensou um pouco e concluiu que três traições em 50 anos até que era pouco. Já estava quase se conformando quando lembrou-se de perguntar:
- E os 50 mil dólares?
E ela explicou:
- Toda vez que eu enchia a caixinha, eu vendia o milho...
No dia que eles completaram 50 anos de casados, o marido finalmente conseguiu convencer a mulher a abrir a caixa.
Para sua surpresa, havia 50 mil dólares e três grãos de milho.
- O que significa isso? - perguntou o marido, surpreso.
- É que cada vez que eu te traí, eu coloquei um grão de milho na caixinha.
O marido ficou super chateado, mas depois pensou um pouco e concluiu que três traições em 50 anos até que era pouco. Já estava quase se conformando quando lembrou-se de perguntar:
- E os 50 mil dólares?
E ela explicou:
- Toda vez que eu enchia a caixinha, eu vendia o milho...
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