sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
A Loira e a Impressora
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Todos os Homens
Depois de um mês de casamento, o marido pergunta à esposa:
— Amorzinho, me diga a verdade... Com quantos homens você já se deitou?
- Ah, querido, não vamos falar disso agora...
— Pode falar amor... Eu não vou ficar chateado.
— Você jura?
— Claro, meu bem... Fala a verdade pra mim!
— Tudo bem — diz a mulher, contando nos dedos — Vamos lá... Tem o meu primeiro homem, depois aquele gordinho, aqueles dois amigos da faculdade, o filho do meu chefe, depois aquele jogador de futebol, aquele pagodeiro, os dois vizinhos da Eunice... Bom, acho que foram nove!
— Ah, então eu sou o seu décimo homem? — perguntou o marido, decepcionado.
— Não, seu bobo... Você foi o primeiro!
— Amorzinho, me diga a verdade... Com quantos homens você já se deitou?
- Ah, querido, não vamos falar disso agora...
— Pode falar amor... Eu não vou ficar chateado.
— Você jura?
— Claro, meu bem... Fala a verdade pra mim!
— Tudo bem — diz a mulher, contando nos dedos — Vamos lá... Tem o meu primeiro homem, depois aquele gordinho, aqueles dois amigos da faculdade, o filho do meu chefe, depois aquele jogador de futebol, aquele pagodeiro, os dois vizinhos da Eunice... Bom, acho que foram nove!
— Ah, então eu sou o seu décimo homem? — perguntou o marido, decepcionado.
— Não, seu bobo... Você foi o primeiro!
O Galã da Capital
Em uma igreja chique de um bairro chique de uma próspera cidade do interior, a madame vai se confessar:
— Padre, eu pequei... O senhor me conhece, sabe que eu nunca traí meu marido, mas depois que apareceu aquele homão da cidade por aqui, padre... Aquele pedaço de mau caminho... O senhor sabe né... A carne é fraca...
O padre passa-lhe um sermão e pede que, como penitência, ela deixe uma oferta de 200 reais para as obras da igreja.
Logo depois aparece outra mulher com a mesma história a respeito do galã da capital. Novo sermão e a penitência sobe para 500 reais.
E nos dias seguintes as mulheres faziam fila na paróquia, para confessar que traíram os maridos com o forasteiro bonitão.
Até que mais uma pessoa entrou no confessionário e o padre, tomado pelo hábito, disse:
— Pode falar filha... Cometeu adultério com o tal garanhão?
— Não, padre! — disse uma voz grossa. — Eu sou o garanhão!
— Ah, resolveu confessar os pecados, não é? Olha que são muitos...
— Não... Só vim avisá-lo que se quiser terminar a reforma da igreja, vai ter que me pagar 50% do valor das penitências, senão eu mudo de paróquia, viu!
— Padre, eu pequei... O senhor me conhece, sabe que eu nunca traí meu marido, mas depois que apareceu aquele homão da cidade por aqui, padre... Aquele pedaço de mau caminho... O senhor sabe né... A carne é fraca...
O padre passa-lhe um sermão e pede que, como penitência, ela deixe uma oferta de 200 reais para as obras da igreja.
Logo depois aparece outra mulher com a mesma história a respeito do galã da capital. Novo sermão e a penitência sobe para 500 reais.
E nos dias seguintes as mulheres faziam fila na paróquia, para confessar que traíram os maridos com o forasteiro bonitão.
Até que mais uma pessoa entrou no confessionário e o padre, tomado pelo hábito, disse:
— Pode falar filha... Cometeu adultério com o tal garanhão?
— Não, padre! — disse uma voz grossa. — Eu sou o garanhão!
— Ah, resolveu confessar os pecados, não é? Olha que são muitos...
— Não... Só vim avisá-lo que se quiser terminar a reforma da igreja, vai ter que me pagar 50% do valor das penitências, senão eu mudo de paróquia, viu!
El Sombrero
O mexicano vai entrando igreja adentro com o seu enorme chapelão. Indignadas, as beatas o advertem:
— El sombrero!
— El sombrero, señor!
Ele continua caminhando em direção do altar.
— El sombrero!
— El sombrero!
Sobe os degraus do altar, vira-se para os fiéis, tira o chapéu e diz:
— Cumplaciendo a inumerables peticiones, voy a cantar el bolero de mi autoria y Panchito: El Sombrero.
— El sombrero!
— El sombrero, señor!
Ele continua caminhando em direção do altar.
— El sombrero!
— El sombrero!
Sobe os degraus do altar, vira-se para os fiéis, tira o chapéu e diz:
— Cumplaciendo a inumerables peticiones, voy a cantar el bolero de mi autoria y Panchito: El Sombrero.
Louco na Padaria
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