sexta-feira, 5 de março de 2010

Com Lanternas

Um português chegou no hotel em Manaus, e como estava muito quente ele abriu a janela, só que começaram a entrar vários pernilongos.
Então ele ligou para a recepção e reclamou. A atendente disse para ele apagar a luz que eles iriam embora. Ele fez o que ela disse. Depois de um tempinho começaram a entrar vários vaga- lumes e então ele tornou a ligar para a recepção reclamando, e a atendente:
- Mas o que foi agora...?
Ele responde:
- Não adiantou, eles voltaram com lanterna...


Quinho – Diário da Tarde - MG

Sinovaldo - Jornal NH – RS

Solda - O Estado do Paraná – PR

Camuflando

Manuel e Joaquim acham quatro granadas e resolveram levá-las à polícia. Mas Joaquim tem um pensamento e pergunta:

- E se quando a gente estiver a levá-las, uma delas explodir?

- Deixa de ser burro! A gente diz que só encontramos três!


Sponholz - Jornal da Manhã – PR

Tiago Recchia - Gazeta do Povo – PR

Zope – A Charge Online

quinta-feira, 4 de março de 2010

CPI

Encontraram uma criança recém-nascida em frente ao Congresso Nacional e instalaram uma CPI para descobrir o que havia acontecido e se a criança havia sido feita por lá. Após meses e meses de pacientes e dedicadas investigações, os ilustres membros da CPI chegaram à seguinte conclusão:

1. A criança não é produto do trabalho ou atividade de qualquer das duas casas que compõem o Congresso Nacional em virtude de:

a) Em nenhuma delas nada jamais foi feito com prazer nem com amor;

b) Para o nascimento de uma criança é imprescindível um mínimo de colaboração entre as partes envolvidas, coisa impossível de ocorrer por aqui;

c) A criança encontrada tem pé e cabeça. Ocorre que raramente aqui se faz algo com pé e cabeça.

d) Nove meses é o tempo necessário para que uma criança fique pronta para vir ao mundo. Esse tempo é curto demais para que se conclua algo em qualquer destas duas casas.


Alecrim – A Charge Online

Amâncio - Tribuna do Norte – RN

André Marangoni - A Charge Online

Responsabilidade

Após a confirmação da apresentação da banda para o final do mês, todos os músicos foram convocados para os ensaios diários. Logo nos primeiros dias, o líder do grupo começou a ficar preocupado com o grande índice de ausência dos músicos. O guitarrista não veio no primeiro dia. No dia seguinte, o baixista faltou. E assim, a cada dia faltava pelo menos um músico: o trompetista, depois o saxofonista e o líder ficava cada vez mais preocupado. Mas ele observou que o baterista não faltava uma só vez.

O ensaio geral foi na véspera do grande dia e o líder falou de sua preocupação em relação ao grande índice de faltas. Ele só via mesmo com senso de responsabilidade o baterista, que não havia faltado uma única vez e que agradecia a ele por sua presença constante.

- Era o menos que eu podia fazer - disse o baterista. - Afinal de contas, amanhã eu não vou poder vir tocar.


Atorres - Diário do Pará - PA

Bello - Tribuna de Minas – MG

Benett - Gazeta do Povo - PR

Patriotismo

No centro de uma cidade existia um prédio enorme, só que nele havia um problema... Não existia elevador.
E lá no topo do prédio estavam presentes três homens: um alemão, outro argentino, e o outro brasileiro.
Eles queriam chegar lá embaixo, então o alemão disse:
- Pela Alemanha!!! - e ele se jogou.
Depois veio o argentino e disse:
- Pela Argentina!!! - e também se jogou.
E por último o brasileiro que disse:
- Pela escada!!!


César - Jornal da Manhã – SC

Cícero – Jornal de Brasília - DF

Clériston – Folha de Pernambuco - PE