sexta-feira, 16 de julho de 2010

Voto Fantasma

Essa aconteceu num dos muitos currais eleitorais que existem no Brasil. Com ou sem urna eletrônica, dizem que essas coisas sempre ocorreram e vão continuar a ocorrer. Como os eleitos são os mesmos de sempre, os mortos continuam a votar e nada acontece. A não ser a frustração dessa triste viúva.

No dia seguinte à eleição, a mulher foi ao cemitério. Chegando ao túmulo do falecido marido, ela falou muito irritada:

- Seu desgraçado, insensível, miserável. Você não tem mais a menor atenção comigo. Ontem você foi votar lá na cidade e não teve sequer a consideração de me procurar.

Sponholz - Jornal da Manhã – PR

Toninho - Jornal de Uberaba - MG

Waldez - Amazônia Jornal – PA

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Alecrim – A Charge Online

Amorim - A Charge Online

Bello - Tribuna de Minas – MG

A Fiança do Pum

Existiam três irmãos anões que se chamavam Pum, Respeito e Cala Boca.
O Pum causou uma baderna e foi preso.
Os irmãos Respeito e Cala Boca foram pagar a fiança do Pum.
Chegando na delegacia o Cala Boca entra na sala do delegado deixando o Respeito lá fora esperando.
Ao entra na sala o delegado pergunta:
-Qual é o seu nome?
-Cala Boca.
Indignado o delegado fala:
-Cadê o respeito seu anão?
-Tá lá fora.
-E o que você veio fazer aqui?
-Soltar o Pum.

Casso - Diário do Pará – PA

Eder - Comércio Araraquara – SP

Heringer - A Charge Online

Esmola Pouca é Bobagem

Um famoso milionário estava andando numa rua do centro de uma grande cidade, quando foi abordado por um mendigo:
— Meu senhor, o senhor que me parece ser uma pessoa afortunada, não poderia doar 500 reais para um pobre homem a quem a sorte não sorriu?

O homem, que carregava aquele sentimento de culpa por ser rico num país de miseráveis, não resistiu ao apelo. Tirou dez notas de R$ 50 e entregou ao mendigo que nem agradeceu.

O pedinte enfiou no bolso o dinheiro e já ia se afastando, quando o milionário estranhou e perguntou:
— Ei, espera aí! O que o senhor vai fazer com esses 500 reais?
— Ué... — respondeu o mendigo, ainda se afastando — O que eu faço ou o que deixo de fazer com o meu dinheiro não é da sua conta!

Humberto - Jornal do Commercio – PE

Iotti - Zero Hora – RS

J. Bosco - O Liberal – PA

Mijando Cerveja

Certo dia Oswaldo estava andando pela rua, indo pro bar e tropeçou numa lâmpada mágica.
Plim! Apareceu um gênio que lhe disse:
— Vou te conceder um desejo!
— Por que um, gênio? Pelo que eu saiba gênio satisfaz três desejos!
— Eu tô te concedendo um desejo e você ainda reclama? Desse jeito eu vou voltar pra lâmpada e...
— Não, espera, gênio! Tudo bem... Vamos ver... Eu gosto muito de beber, né? Então eu queria que você arrumasse um jeito de eu beber cerveja de graça, pelo resto da vida!
O gênio pensou um pouco e disse:
— Seu desejo está realizado! – e desapareceu.
— Mas como assim realizado? – perguntou ele, mas não obteve resposta.
Mais tarde, quando Oswaldo estava mijando no bar, sentiu um delicioso cheiro de cerveja. Muito confuso ele verificou e constatou que estava urinando cerveja! Que beleza!
Rapidamente chamou todos os amigos para uma festa. Aí ele mijava nos copos, nas canecas nas jarras e o pessoal se esbaldava.
Dali pra frente a casa de Oswaldo passou a ser muito freqüentada. Todos os dias os seus amigos apareciam pra tomar breja de graça!
Então Oswaldo viu que não estava lucrando nada com isso, que seus amigos o estavam explorando e resolveu radicalizar. No outro dia quando um grupo de amigos bateu à sua porta, ele disse:
— Gente, agora as coisas vão mudar! Se vocês quiserem beber a cerveja que eu mijo, vão ter que fazer do meu jeito!
— Que jeito? Como assim? Fala! – disseram os amigos dele, ansiosos.
Então ele respondeu:
— Quem quiser tomar agora, só direto da garrafa!

Jorge Braga - O Popular – GO

Leandro – Diário de Guarulhos - SP

Lute – Hoje em Dia – MG

Motorista craque em ciência

Aquele cientista famoso estava a caminho de uma importante conferência quando seu motorista comentou:
- Patrão, já ouvir tantas vezes seu discurso que tenho certeza de que poderia fazê-lo no seu lugar, se por acaso o senhor ficasse doente.
- Isso é impossível...
- Quer apostar?
E fizeram aposta. Trocaram de roupa e quando chegaram no local da conferência, o motorista foi para a tribuna enquanto o cientista ficou sentado na última fila.
Depois da palestra, começou uma batelada de perguntas, que ele respondeu com precisão.
No entanto, em certo momento, levantou-se um sujeito com uma questão difícil. Longe de entrar em pânico, ele saiu com essa:
-Meu jovem essa pergunta é tão fácil, mas tão fácil, que eu vou até pedir ao meu motorista para responder!