terça-feira, 24 de agosto de 2010

Ronaldo - Jornal do Commercio – PE

Cena de Macho

O gaúcho chega no bar e grita:
— E aí, tem macho nessa bodega?
Silêncio total. Alguns segundos depois ele torna a gritar:
— Eu tô perguntando se tem homem nessa porcaria de lugar!
Silêncio novamente. Então o gaúcho puxa o facão, finca-o no chão e senta em cima:
— Bah, faquinha, se não fosse tu...

Samuca - Diário de Pernambuco – PE

Santo – A Charge Online

Seri - Diário do ABC - SP

Assédio no Consultório

Uma mulher leva um bebê ao consultório do pediatra. Depois de alguns momentos de espera na sala, a enfermeira manda ela entrar no consultório.
Depois da apresentação, o médico começa a examinar o bebê e vê que o seu peso está abaixo do normal e pergunta:
— O bebê bebe leite materno ou de mamadeira?
— Leite materno, diz a senhora.
— Então, por favor mostre-me os seus seios.
A mulher obedece e o médico toca, apalpa, aperta ambos os seios num exame detalhado:
— Pode colocar a blusa.
Depois da senhora estar novamente composta o médico diz:
— É claro que o bebê tem peso a menos. A senhora não tem leite nenhum.
— Eu sei, doutor. Eu sou a avó. Mas adorei ter vindo...

Sinovaldo - Jornal NH – RS

Sponholz - Jornal da Manhã – PR

Waldez - Amazônia Jornal – PA

domingo, 22 de agosto de 2010

Amâncio - Tribuna do Norte – RN

Amarildo - A Gazeta – ES

Amorim - A Charge Online

Os Papagaios Veados

O cara tinha dois papagaios veados, um ativo e um passivo, mas os bichos eram muito parecidos e ele nunca sabia quem era quem.
Certo dia, quando eles estavam trepando, o cara teve a idéia cretina de tirar as penas da cabeça do que estava por baixo.
No dia seguinte, o sujeito deu uma festa. E lá estavam os dois papagaios brincando na gaiola, até que o passivo olhou pra baixo e viu um homem careca tomando uísque.
— Ei, você! — chamou o papagaio. — Ô careca! Aqui em cima!
— Que foi, papagaio? — disse o careca, bem-humorado. — Tá falando comigo?
— Tô sim... Puxa vida, que azar, hein!
— Azar por quê?
— Acha que eu não sei que te pegaram dando o rabo?

Bello - Tribuna de Minas – MG

Bessinha – A Charge Online

Duke - O Tempo – MG

A Medicina Através do Tempo

5.000 a. C. — Tome, faça um chá com essa planta.
1.000 a. C. — Planta é coisa pagã! Tome, faça essa oração.
1.700 d. C. — Reza é superstição. Tome, beba essa poção.
1.920 d. C. — Poção é coisa de índio. Tome esse comprimido.
1.960 d. C. — Esse comprimido está ultrapassado. Tome esse antibiótico.
2.000 d. C. — Esse antibiótico não funciona. Tome, faça um chá com essa planta.

Erasmo - Jornal de Piracicaba – SP

Gersus – A Charge Online

Iotti - Zero Hora – RS