quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Carta do Sogro
Prezado Pedro, meu futuro genro.
Não consigo dormir desde que prejudiquei o seu namoro com minha filha...
Estou escrevendo esta carta na esperança de que você esqueça o que eu disse e me perdoe.
Quando o vi pela primeira vez, fiquei surpreso com suas tatuagens e piercings, mas hoje vejo que isso não é assim tão importante.
Vejo, também, que andar de moto em alta velocidade e sem capacete não é assim tão perigoso, desde que seja tomado cuidado com os demais veículos do trânsito.
Vejo, também, que a minha reação ao fato de você nunca ter trabalhado foi bastante inadequada e demasiadamente radical e injusta.
Estou bastante convicto de que muita gente boa e capacitada também deve viver sob pontes e dormindo nos parques.
Agora entendo, também, que o fato de minha filha ter apenas 17 anos e querer se casar com você, em vez de estudar em uma boa Universidade é simplesmente uma alternativa para a sua formação, já que nem tudo na vida se aprende nos livros e na escola.
Às vezes eu percebo quão retrógrado eu posso estar sendo quando interfiro em assuntos dessa natureza e reconheço que estava errado.
Fui um tolo em ser contra o namoro de vocês e gostaria de me redimir dizendo que o abençôo para se casar com minha filha.
Um forte abraço!
Seu futuro sogro.
P.S. Parabéns pelo acerto na Mega-Sena!
Não consigo dormir desde que prejudiquei o seu namoro com minha filha...
Estou escrevendo esta carta na esperança de que você esqueça o que eu disse e me perdoe.
Quando o vi pela primeira vez, fiquei surpreso com suas tatuagens e piercings, mas hoje vejo que isso não é assim tão importante.
Vejo, também, que andar de moto em alta velocidade e sem capacete não é assim tão perigoso, desde que seja tomado cuidado com os demais veículos do trânsito.
Vejo, também, que a minha reação ao fato de você nunca ter trabalhado foi bastante inadequada e demasiadamente radical e injusta.
Estou bastante convicto de que muita gente boa e capacitada também deve viver sob pontes e dormindo nos parques.
Agora entendo, também, que o fato de minha filha ter apenas 17 anos e querer se casar com você, em vez de estudar em uma boa Universidade é simplesmente uma alternativa para a sua formação, já que nem tudo na vida se aprende nos livros e na escola.
Às vezes eu percebo quão retrógrado eu posso estar sendo quando interfiro em assuntos dessa natureza e reconheço que estava errado.
Fui um tolo em ser contra o namoro de vocês e gostaria de me redimir dizendo que o abençôo para se casar com minha filha.
Um forte abraço!
Seu futuro sogro.
P.S. Parabéns pelo acerto na Mega-Sena!
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Seguindo Ordens
Joãozinho chega em casa e vai falar com a mãe:
— Mãe... O Juquinha me mandou pra puta que o pariu!
— Que garoto insolente! — disse a mãe — E o que você fez?
— Vim falar com a senhora!
— Mãe... O Juquinha me mandou pra puta que o pariu!
— Que garoto insolente! — disse a mãe — E o que você fez?
— Vim falar com a senhora!
A Loira e o Psicólogo
A loira vai ao psicólogo:
— Ah, me beija na boca, vai — pede ela.
— De jeito nenhum, sou seu psicologo, isso iria distorcer nossa relação.
— Ah, eu não me importo... Me dá um beijo, vai!
— Pela ultima vez, não!
— Por favor!
— Carlinha! Nós já estamos transando. E ainda quer que eu beije você?
— Ah, me beija na boca, vai — pede ela.
— De jeito nenhum, sou seu psicologo, isso iria distorcer nossa relação.
— Ah, eu não me importo... Me dá um beijo, vai!
— Pela ultima vez, não!
— Por favor!
— Carlinha! Nós já estamos transando. E ainda quer que eu beije você?
Vingança Maldita
O português desabafa com um amigo:
— Poxa, rapaz! Você não sabe o que me aconteceu! Peguei a minha mulher dando para o meu cunhado, no sofá da minha sala!
- Caramba, Manuel! E, aí, o que você vai fazer?
— Fazer? Já fiz! Fodi com os dois!
— Ó, Manuel... Não me diga que...
— Digo sim... O problema já está resolvido! Vendi o sofá!
— Poxa, rapaz! Você não sabe o que me aconteceu! Peguei a minha mulher dando para o meu cunhado, no sofá da minha sala!
- Caramba, Manuel! E, aí, o que você vai fazer?
— Fazer? Já fiz! Fodi com os dois!
— Ó, Manuel... Não me diga que...
— Digo sim... O problema já está resolvido! Vendi o sofá!
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