Era um bêbado muito inconveniente e o dono do bar não estava mais disposto a aturá-lo. Quando ele apareceu naquele dia foi logo pedindo já com a voz bem pastosa:
- Me dá uma daquela que matou o guarda.
Tomou. Pediu mais outra e mais outra. Desta vez o dono do bar foi lá dentro e encheu o copo com ácido. O bêbado fez careta, mas bebeu tudo de uma só talagada, pagou e foi embora. O tempo passou e passou e nada de o bêbado aparecer novamente Aí o dono do bar começou a ficar com remorsos achando que tinha matado o desinfeliz. Uma noite, o bêbado reapareceu e pediu uma cachaça. O dono do bar pôs uma dose, o bêbado tomou um gole, cuspiu fora e devolveu o copo reclamando:
- Dessa, não! Eu quero daquela que quando a gente mija, a calçada fica toda cheia de buraquinho.
- Me dá uma daquela que matou o guarda.
Tomou. Pediu mais outra e mais outra. Desta vez o dono do bar foi lá dentro e encheu o copo com ácido. O bêbado fez careta, mas bebeu tudo de uma só talagada, pagou e foi embora. O tempo passou e passou e nada de o bêbado aparecer novamente Aí o dono do bar começou a ficar com remorsos achando que tinha matado o desinfeliz. Uma noite, o bêbado reapareceu e pediu uma cachaça. O dono do bar pôs uma dose, o bêbado tomou um gole, cuspiu fora e devolveu o copo reclamando:
- Dessa, não! Eu quero daquela que quando a gente mija, a calçada fica toda cheia de buraquinho.
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