terça-feira, 1 de março de 2011
A Macaquinha
O garoto estava completando seus 15 anos e nunca em sua vida tinha visto uma mulher pelada.
Por ser muito tímido e sem jeito com as mulheres, seus amigos resolvem presenteá-lo com uma noite na companhia de uma profissional do amor.
Ele escolhe a mulher e eles vão para um quarto. Ela fica pelada e ele pergunta:
- Nossa o que são essas duas bolas aí?
- São meus peitos - responde a garota de programa.
- Er... Será que eu posso cheirar?
- Pode, sim... Hi, hi! - diz ela
- Nossa, que cheiroso! E o que é essa bolinha aqui embaixo?
- Hummm, é o meu umbiguinho. Quer cheirar?
- Eu quero... Nossa, cheiroso!
Então ele olha para a moça e continua:
- E o que é isso ai embaixo?
- É a minha macaquinha!
- Posso cheirar?
- Pode!
O menino cheira e diz:
- Tadinha! Ela já tá morta, né?
Por ser muito tímido e sem jeito com as mulheres, seus amigos resolvem presenteá-lo com uma noite na companhia de uma profissional do amor.
Ele escolhe a mulher e eles vão para um quarto. Ela fica pelada e ele pergunta:
- Nossa o que são essas duas bolas aí?
- São meus peitos - responde a garota de programa.
- Er... Será que eu posso cheirar?
- Pode, sim... Hi, hi! - diz ela
- Nossa, que cheiroso! E o que é essa bolinha aqui embaixo?
- Hummm, é o meu umbiguinho. Quer cheirar?
- Eu quero... Nossa, cheiroso!
Então ele olha para a moça e continua:
- E o que é isso ai embaixo?
- É a minha macaquinha!
- Posso cheirar?
- Pode!
O menino cheira e diz:
- Tadinha! Ela já tá morta, né?
A Pescaria do Mineirinho
O mineiro está pescando na beira do riacho, de repente chega um conhecido, acocóra-se ao seu lado, faz um cigarrinho de palha e fica ali, observando a superfície do rio durante várias horas, no mais absoluto silêncio.
A certa altura, o mineirinho incomodado com a presença do amigo, resolveu falar:
— Qué pescá um cadim?
E o outro:
— Deus me livre, moço! Tenho paciência préssas coisa não, sô!
A certa altura, o mineirinho incomodado com a presença do amigo, resolveu falar:
— Qué pescá um cadim?
E o outro:
— Deus me livre, moço! Tenho paciência préssas coisa não, sô!
Passeio na Espanha
O sujeito encontrou aquela loira lindíssima no single bar e pra contar vantagem já prometeu levar ela pra passar uns dias na Espanha.
- Nossa! - observou ela. - Pra Espanha! Não acredito! A Espanha é super longe!
- Não exagera, querida! É longe, mas nem tanto!
- É mais longe que a Lua!
- Imagina, de onde você tirou esta idéia?
- Ué, a Lua ainda dá pra ver daqui!
- Nossa! - observou ela. - Pra Espanha! Não acredito! A Espanha é super longe!
- Não exagera, querida! É longe, mas nem tanto!
- É mais longe que a Lua!
- Imagina, de onde você tirou esta idéia?
- Ué, a Lua ainda dá pra ver daqui!
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Papo Dez
— Vamos começar?
— Não sei, estou com medo!
— Medo de quê?
— Medo de doer.
— Um dia você vai ter que deixar.
— Acho que não.
— Confie em mim. Eu vou devagar.
— Como fico?
— Nessa posição.
— Assim?
— Abra mais um pouco.
— Ai, está doendo.
— Agüenta firme, não posso parar.
— Não agüento mais.
— Abra mais.
— Está doendo.
— Vou tirar.
— Que alívio!
— Até que não fomos mal.
— Ai, está sangrando.
— Sempre sangra um pouco.
— E se não parar?
— Claro que pára.
— Como você sabe?
— Tenho experiência.
— Está parando.
— Não disse?
— Quando volto para arrancar o outro dente?
— Não sei, estou com medo!
— Medo de quê?
— Medo de doer.
— Um dia você vai ter que deixar.
— Acho que não.
— Confie em mim. Eu vou devagar.
— Como fico?
— Nessa posição.
— Assim?
— Abra mais um pouco.
— Ai, está doendo.
— Agüenta firme, não posso parar.
— Não agüento mais.
— Abra mais.
— Está doendo.
— Vou tirar.
— Que alívio!
— Até que não fomos mal.
— Ai, está sangrando.
— Sempre sangra um pouco.
— E se não parar?
— Claro que pára.
— Como você sabe?
— Tenho experiência.
— Está parando.
— Não disse?
— Quando volto para arrancar o outro dente?
A Travessia
O fazendeiro novo chega na beira do rio com sua criação de vacas e pergunta para o menino que está em cima da cerca:
- Esse rio é fundo, menino?
O menino responde:
- Bão... A criação do meu pai passa com a água no peito...
Então, o fazendeiro passa sua criação e, lá pelo meio do rio, todas as vacas se afogam.
Desesperado, ele pergunta para o menino:
- Porra, moleque! Por acaso as vacas do seu pai tem 3 metros de altura?
E o garoto diz:
- Que vaca? O meu pai cria é pato!
- Esse rio é fundo, menino?
O menino responde:
- Bão... A criação do meu pai passa com a água no peito...
Então, o fazendeiro passa sua criação e, lá pelo meio do rio, todas as vacas se afogam.
Desesperado, ele pergunta para o menino:
- Porra, moleque! Por acaso as vacas do seu pai tem 3 metros de altura?
E o garoto diz:
- Que vaca? O meu pai cria é pato!
O Caipira na Cidade Grande
Um homem muito simples, que sabia ler um pouco, chegou à cidade grande e ficou boquiaberto com tantos carros, tantos prédios, construções monumentais, viadutos, túneis, iluminação e todas as modernidades da vida na cidade.
Parou diante de um prédio muito alto, ficou contemplando aquela construção incrível e desabafou para um homem que passava:
— Óia só, seu moço, como é que é as coisa. Eles faz essas coisa impossíver e depois escreve na frente: É DIFÍCIO!
Parou diante de um prédio muito alto, ficou contemplando aquela construção incrível e desabafou para um homem que passava:
— Óia só, seu moço, como é que é as coisa. Eles faz essas coisa impossíver e depois escreve na frente: É DIFÍCIO!
O Gênio e a Loira
Uma loira maravilhosa estava andando pelo shopping quando tropeçou em uma lâmpada mágica, esfregou e... VUPT! Apareceu um gênio.
— Minha ama! — disse ele, com uma voz imponente. — Pela tradição você teria direito a três pedidos, mas, sabe como é, as coisas estão difíceis, então eu vou lhe conceder um pedido!
— Como assim "tradição"? — perguntou a loira.
— Bom, deixa pra lá! Qual o seu desejo?
— Como assim, "desejo"?
— Minha filha! — gritou o gênio, impaciente. — Fala uma coisa que você quer que aconteça! Pode pedir qualquer coisa que eu faço! Fazer o quê, né? Gênios são pra essas coisas...
— Ahhhh... Tem uma coisa que me incomoda um pouco, seu Gênio... Eu acho o pênis do homem muito feio!
Não dá pro senhor fazer todos eles ficarem mais bonitos?
— Negativo! — disse o gênio, decidido. — Isso eu não posso fazer!
— Ué, por que não? — perguntou a loira, desesperada.
— Bom, se o pênis do homem é feio e peludo e vocês chupam, se fosse bonito vocês iriam comer!
— Minha ama! — disse ele, com uma voz imponente. — Pela tradição você teria direito a três pedidos, mas, sabe como é, as coisas estão difíceis, então eu vou lhe conceder um pedido!
— Como assim "tradição"? — perguntou a loira.
— Bom, deixa pra lá! Qual o seu desejo?
— Como assim, "desejo"?
— Minha filha! — gritou o gênio, impaciente. — Fala uma coisa que você quer que aconteça! Pode pedir qualquer coisa que eu faço! Fazer o quê, né? Gênios são pra essas coisas...
— Ahhhh... Tem uma coisa que me incomoda um pouco, seu Gênio... Eu acho o pênis do homem muito feio!
Não dá pro senhor fazer todos eles ficarem mais bonitos?
— Negativo! — disse o gênio, decidido. — Isso eu não posso fazer!
— Ué, por que não? — perguntou a loira, desesperada.
— Bom, se o pênis do homem é feio e peludo e vocês chupam, se fosse bonito vocês iriam comer!
Causo Mineiro
Sapassado, era sessetembro, taveu na cuzinha tomando uma pincumel e cuzinhando um kidicarne com mastumate pra fazê uma macarronada com frango assado.
Quascaí de susto quando ouvi um barui vindo de dendufornu, parecendo um tidiguerra.
A receita mandopô midipipoca denda galinha prassá; u fornu isquentô, o mistorô e ucu da galinha ispludiu!
Nossinhora!
Fiquei branco quinein um lidileite.
Foi um trem doidimais!
Quascaí dendapia!
Fiquei sensabê doncovim, proncovô, oncotô.
Óiprocevê quilucura!
Grazadeus ninguem simaxucô!
Quascaí de susto quando ouvi um barui vindo de dendufornu, parecendo um tidiguerra.
A receita mandopô midipipoca denda galinha prassá; u fornu isquentô, o mistorô e ucu da galinha ispludiu!
Nossinhora!
Fiquei branco quinein um lidileite.
Foi um trem doidimais!
Quascaí dendapia!
Fiquei sensabê doncovim, proncovô, oncotô.
Óiprocevê quilucura!
Grazadeus ninguem simaxucô!
domingo, 27 de fevereiro de 2011
Quem Lava a Louça?
Um cara adorava motos Harley Davidson Juntou dinheiro durante um tempo e foi até a revendedora.
Chegando, o vendedor lhe disse:
- Temos a última Harley, que não foi vendida ainda porque tem um pequeno defeito de fábrica. Não passou pelo último estágio de secagem da tinta e, portanto, não pode molhar, senão mancha a pintura.
- Não tem solução? - perguntou o sujeito.
- Tem - disse o vendedor
- Quando o tempo estiver para chover, passe vaselina na moto que preserva a pintura sem problemas.
Sem pensar duas vezes, comprou a moto, passou na farmácia, comprou a vaselina e guardou no bolso.
À noite, sua namorada convidou-o para jantar na casa dela.
Ele chegou, deixou a moto na rua e foi entrando.
A namorada foi logo avisando:
- Querido, depois do jantar não fale nada, não abra a boca porque a norma aqui em casa é a seguinte: o primeiro que falar qualquer coisa tem que lavar a louça.
- Tudo bem, disse ele.
Após o jantar, todos quietos.
Começou a relampejar. O cara pensou: E agora? A moto lá fora, e eu não posso falar nada...
Teve uma idéia. Agarrou a namorada e tascou aquele beijo de língua, na frente dos pais, na esperança que alguém protestasse.
Ninguém falou nada. E dá-lhe relâmpago.
Agarrou a moça de novo, deitou-a na mesa, e traçou a menina ali mesmo...
Ninguém falou nada. Ia começar a chover a qualquer momento. Não teve dúvida, agarrou a sogra e traçou a velha também.
E nada... ninguém falou nada, absolutamente nada....
Quando ouviu o primeiro pingo de chuva lá fora, levantou rapidamente, tirou a vaselina do bolso e...
O sogro assustado, gritou:
- Caralho... deixa que eu lavo a louça!
Chegando, o vendedor lhe disse:
- Temos a última Harley, que não foi vendida ainda porque tem um pequeno defeito de fábrica. Não passou pelo último estágio de secagem da tinta e, portanto, não pode molhar, senão mancha a pintura.
- Não tem solução? - perguntou o sujeito.
- Tem - disse o vendedor
- Quando o tempo estiver para chover, passe vaselina na moto que preserva a pintura sem problemas.
Sem pensar duas vezes, comprou a moto, passou na farmácia, comprou a vaselina e guardou no bolso.
À noite, sua namorada convidou-o para jantar na casa dela.
Ele chegou, deixou a moto na rua e foi entrando.
A namorada foi logo avisando:
- Querido, depois do jantar não fale nada, não abra a boca porque a norma aqui em casa é a seguinte: o primeiro que falar qualquer coisa tem que lavar a louça.
- Tudo bem, disse ele.
Após o jantar, todos quietos.
Começou a relampejar. O cara pensou: E agora? A moto lá fora, e eu não posso falar nada...
Teve uma idéia. Agarrou a namorada e tascou aquele beijo de língua, na frente dos pais, na esperança que alguém protestasse.
Ninguém falou nada. E dá-lhe relâmpago.
Agarrou a moça de novo, deitou-a na mesa, e traçou a menina ali mesmo...
Ninguém falou nada. Ia começar a chover a qualquer momento. Não teve dúvida, agarrou a sogra e traçou a velha também.
E nada... ninguém falou nada, absolutamente nada....
Quando ouviu o primeiro pingo de chuva lá fora, levantou rapidamente, tirou a vaselina do bolso e...
O sogro assustado, gritou:
- Caralho... deixa que eu lavo a louça!
Banho com a Mãe
Ao ver a mãe nua pela primeira vez, o garotinho pergunta:
— Mãe! O que é isso que a senhora tem no meio das pernas?
Toda encabulada, a jovem mãe tenta se explicar:
— Sabe o que é, meu filho? Quando eu era pequena, eu estava atravessando a rua correndo... Aí de repente tropecei e caí em cima de uma garrafa quebrada. Fez esse cortão que você está vendo!
— Porra, mãe! Que azar, hein? Bem em cima da boceta!
— Mãe! O que é isso que a senhora tem no meio das pernas?
Toda encabulada, a jovem mãe tenta se explicar:
— Sabe o que é, meu filho? Quando eu era pequena, eu estava atravessando a rua correndo... Aí de repente tropecei e caí em cima de uma garrafa quebrada. Fez esse cortão que você está vendo!
— Porra, mãe! Que azar, hein? Bem em cima da boceta!
Mira Certa
O sujeito estava andando pela rua quando viu um casal brigando.
A moça correu em sua direção e gritou: me ajude, meu marido já me jogou duas pedras. O sujeito conseguiu segurar o homem nervoso e perguntou:
— Meu amigo, porque você jogou duas pedras na sua mulher?
— Porque a primeira eu errei! Respondeu o maridão.
A moça correu em sua direção e gritou: me ajude, meu marido já me jogou duas pedras. O sujeito conseguiu segurar o homem nervoso e perguntou:
— Meu amigo, porque você jogou duas pedras na sua mulher?
— Porque a primeira eu errei! Respondeu o maridão.
O Sucesso do Viagra
Um cara comprou um vidro de Viagra com trinta cápsulas. Encontrou um amigo na rua e, eufórico, convidou-o para uma suruba.
— Vamos lá, cara. Convidei dez mulheres, vai ser demais! Estou com esse vidro de Viagra aqui, a gente divide...
— Corta essa, cara. Esse remédio ainda nem foi testado direito, é o maior risco...
— Risco nada... São dez mulheres, vamos dividir as cápsulas... Quinze pra cada um...
— Não vou e pronto!
Dois dias depois eles tornam a se encontrar.
— E aí, cara, como é que foi a suruba? — perguntou o que não quis ir.
— Nem te conto, cara! As mulheres não apareceram! — respondeu o outro, mostrando o braço direito engessado.
— Vamos lá, cara. Convidei dez mulheres, vai ser demais! Estou com esse vidro de Viagra aqui, a gente divide...
— Corta essa, cara. Esse remédio ainda nem foi testado direito, é o maior risco...
— Risco nada... São dez mulheres, vamos dividir as cápsulas... Quinze pra cada um...
— Não vou e pronto!
Dois dias depois eles tornam a se encontrar.
— E aí, cara, como é que foi a suruba? — perguntou o que não quis ir.
— Nem te conto, cara! As mulheres não apareceram! — respondeu o outro, mostrando o braço direito engessado.
Fazendo Fama
Muito preocupado com a fama das cidades vizinhas, o prefeito de Campinas resolveu marcar uma viagem com seus assessores para expor os fatos.
Quando eles chegaram em Americana, viram a seguinte placa: "Bem vindo a Americana, a capital nacional do tecido. Venha ver os mais belos tecidos do mundo!"
Depois foram pra Limeira e viram: "Bem vindo a Limeira, a capital da laranja. Venha saborear o nosso imbatível suco de laranja."
De Limeira foram pra Piracicaba e se depararam com esta placa: "Bem vindo a Piracicaba, a capital do açúcar. Venha sentir o doce da vida!"
Então eles resolveram investir em algo que desse fama à cidade.
A escolha foi unânime: nozes! Eles começaram a investir pesado no plantio de nozes e, quando viram que o negócio estava crescendo, resolveram colocar uma imensa placa, com os dizeres: "Bem vindo a Campinas, a capital das nozes! Venha comer noz em Campinas!"
Quando eles chegaram em Americana, viram a seguinte placa: "Bem vindo a Americana, a capital nacional do tecido. Venha ver os mais belos tecidos do mundo!"
Depois foram pra Limeira e viram: "Bem vindo a Limeira, a capital da laranja. Venha saborear o nosso imbatível suco de laranja."
De Limeira foram pra Piracicaba e se depararam com esta placa: "Bem vindo a Piracicaba, a capital do açúcar. Venha sentir o doce da vida!"
Então eles resolveram investir em algo que desse fama à cidade.
A escolha foi unânime: nozes! Eles começaram a investir pesado no plantio de nozes e, quando viram que o negócio estava crescendo, resolveram colocar uma imensa placa, com os dizeres: "Bem vindo a Campinas, a capital das nozes! Venha comer noz em Campinas!"
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