Raimundo e Simone estão na pior crise financeira de seu casamento.
O marido sugere que a única coisa a fazer, pelo menos por enquanto, é a Simone rodar a bolsinha na rua. Lógico, Simone não tem a mínima experiência, então Raimundo diz que vai ficar no carro ali perto para ajudá-la se necessário.
Chega o primeiro freguês, que, de cara, interessa-se pela Simone.
Na hora de fechar o preço, ela pede licença e corre para o marido:
- Quanto eu cobro?
- 300 reais - responde o marido, achando que o sujeito tá abonado.
Mas o candidato lamenta e diz:
- Só tenho 100 reais. O que dá para fazer por esse preço?
Simone pede outra vez licença e corre para o marido.
- Diz que por este preço vai ter que ser na mão - responde ele.
Ela volta para o freguês, explica e este aceita. Ele abre a calça e põe seu instrumento à mostra, um exemplar realmente impressionante...
Simone pede licença mais uma vez e corre para o marido:
- Você não poderia emprestar-lhe 200?
O marido sugere que a única coisa a fazer, pelo menos por enquanto, é a Simone rodar a bolsinha na rua. Lógico, Simone não tem a mínima experiência, então Raimundo diz que vai ficar no carro ali perto para ajudá-la se necessário.
Chega o primeiro freguês, que, de cara, interessa-se pela Simone.
Na hora de fechar o preço, ela pede licença e corre para o marido:
- Quanto eu cobro?
- 300 reais - responde o marido, achando que o sujeito tá abonado.
Mas o candidato lamenta e diz:
- Só tenho 100 reais. O que dá para fazer por esse preço?
Simone pede outra vez licença e corre para o marido.
- Diz que por este preço vai ter que ser na mão - responde ele.
Ela volta para o freguês, explica e este aceita. Ele abre a calça e põe seu instrumento à mostra, um exemplar realmente impressionante...
Simone pede licença mais uma vez e corre para o marido:
- Você não poderia emprestar-lhe 200?
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