Dois piratas, um deles aposentado por invalidez, estão num bar à beira do cais. O pirata aposentado tem um tapa-olho, uma perna de pau e um gancho lhe substitui uma das mãos. Os dois conversam sobre as aventuras vividas no mar.
- E essa sua perna de pau, como é que foi isso? - pergunta o mais jovem.
- Aaahhh! Estávamos passando pelo cabo da Boa Esperança quando uma tempestade nos pegou. Ventos de força dez a doze. Um temporal dos diabos. Ondas gigantescas pareciam querer engolir o nosso navio. Veio uma onda bem grande e me arrastou. Eu fiquei pendurado com as pernas pra fora do barco bem na hora em que passavam uns tubarões. Um deles levou a minha perna, mas assim que eu voltei pra cima do barco consegui pegar o maldito tubarão. Veja isto: - disse abrindo o casaco e mostrando um colete de couro de tubarão - é ele.
- Puxa! E esse gancho aí, como é que foi?
- Aaahhh! Nós abordamos um navio espanhol cheio de ouro, prata e esmeraldas que eles roubaram dos índios lá no Peru. Tomamos o navio mas os espanhóis não queriam nos entregar a carga. A luta foi sangrenta.
Enquanto o pirata fala ele sobe na cadeira, depois na mesa e agita os braços como se estivesse empunhando uma espada imaginária.
- Tiros de pistola espoucavam, espadas zuniam sobre nossas cabeças. Eu mesmo cortei a cabeça de muitos espanhóis. Certa hora, um deles me acertou com uma adaga bem aqui no meu punho e a mão ficou lá, caída no convés. Mas continuamos a luta e acabamos com eles. Tomamos a carga e botamos fogo no navio. Foi um momento memorável. - Abre o casaco e mostra uma coleção de orelhas ressequidas enfiadas num colar.
- Puxa! Foi um aventura e tanto. E esse olho?
- Aaaahhhh! Foi uma gaivota que cagou no meu olho - diz o pirata enquanto bebe mais um gole de rum.
- O quê? Uma gaivota? Como é que foi isso?
- Bem - diz o pirata enquanto leva o braço com o gancho em direção ao olho -, era o meu primeiro dia com esse negócio aqui.
- E essa sua perna de pau, como é que foi isso? - pergunta o mais jovem.
- Aaahhh! Estávamos passando pelo cabo da Boa Esperança quando uma tempestade nos pegou. Ventos de força dez a doze. Um temporal dos diabos. Ondas gigantescas pareciam querer engolir o nosso navio. Veio uma onda bem grande e me arrastou. Eu fiquei pendurado com as pernas pra fora do barco bem na hora em que passavam uns tubarões. Um deles levou a minha perna, mas assim que eu voltei pra cima do barco consegui pegar o maldito tubarão. Veja isto: - disse abrindo o casaco e mostrando um colete de couro de tubarão - é ele.
- Puxa! E esse gancho aí, como é que foi?
- Aaahhh! Nós abordamos um navio espanhol cheio de ouro, prata e esmeraldas que eles roubaram dos índios lá no Peru. Tomamos o navio mas os espanhóis não queriam nos entregar a carga. A luta foi sangrenta.
Enquanto o pirata fala ele sobe na cadeira, depois na mesa e agita os braços como se estivesse empunhando uma espada imaginária.
- Tiros de pistola espoucavam, espadas zuniam sobre nossas cabeças. Eu mesmo cortei a cabeça de muitos espanhóis. Certa hora, um deles me acertou com uma adaga bem aqui no meu punho e a mão ficou lá, caída no convés. Mas continuamos a luta e acabamos com eles. Tomamos a carga e botamos fogo no navio. Foi um momento memorável. - Abre o casaco e mostra uma coleção de orelhas ressequidas enfiadas num colar.
- Puxa! Foi um aventura e tanto. E esse olho?
- Aaaahhhh! Foi uma gaivota que cagou no meu olho - diz o pirata enquanto bebe mais um gole de rum.
- O quê? Uma gaivota? Como é que foi isso?
- Bem - diz o pirata enquanto leva o braço com o gancho em direção ao olho -, era o meu primeiro dia com esse negócio aqui.
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